DCM: Calero terminou de enterrar Temer e um governo virtualmente morto

"Quis o destino que o traidor fosse traído", escreve o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "O ex-titular da pasta da Cultura — que, aliás, não deveria existir na gestão golpista vilegiatura — terminou de enterrar um presidente e um governo que já estavam virtualmente mortos, a não ser na ficção canhestra dos suspeitos de sempre", completa

"Quis o destino que o traidor fosse traído", escreve o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "O ex-titular da pasta da Cultura — que, aliás, não deveria existir na gestão golpista vilegiatura — terminou de enterrar um presidente e um governo que já estavam virtualmente mortos, a não ser na ficção canhestra dos suspeitos de sempre", completa
"Quis o destino que o traidor fosse traído", escreve o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; "O ex-titular da pasta da Cultura — que, aliás, não deveria existir na gestão golpista vilegiatura — terminou de enterrar um presidente e um governo que já estavam virtualmente mortos, a não ser na ficção canhestra dos suspeitos de sempre", completa (Foto: Gisele Federicce)

247 - "Quis o destino que o traidor fosse traído", escreve o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, diante da notícia de que o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero teria gravado Michel Temer, Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima pressionando-o para cometer ilegalidades.

"O ex-titular da pasta da Cultura — que, aliás, não deveria existir na gestão golpista vilegiatura — terminou de enterrar um presidente e um governo que já estavam virtualmente mortos, a não ser na ficção canhestra dos suspeitos de sempre", diz o jornalista.

Temer agora está por um fio, uma vez que", "dentificado o crime de responsabilidade, será aberto um processo de impeachment do punguista", destaca Nogueira (leia aqui a íntegra).

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