DCM: documento liga Aécio a esquema de propinas da Samarco

Num enredo que envolve pagamento de R$ 1,1 milhão em propina pela mineradora Samarco a advogados e autoridades do Poder Judiciário para ser beneficiada um processo, reportagem do Diário do Centro do Mundo mostra atuação do advogado Joaquim Engler; "Joaquim Engler confirma que gravou conversas com autoridades de Minas Gerais, na época do governo Aécio Neves, e cita algumas das descobertas, como uma conta do senador Zezé Perrella no exterior, com um secretário de Aécio Neves", diz o texto

Num enredo que envolve pagamento de R$ 1,1 milhão em propina pela mineradora Samarco a advogados e autoridades do Poder Judiciário para ser beneficiada um processo, reportagem do Diário do Centro do Mundo mostra atuação do advogado Joaquim Engler; "Joaquim Engler confirma que gravou conversas com autoridades de Minas Gerais, na época do governo Aécio Neves, e cita algumas das descobertas, como uma conta do senador Zezé Perrella no exterior, com um secretário de Aécio Neves", diz o texto
Num enredo que envolve pagamento de R$ 1,1 milhão em propina pela mineradora Samarco a advogados e autoridades do Poder Judiciário para ser beneficiada um processo, reportagem do Diário do Centro do Mundo mostra atuação do advogado Joaquim Engler; "Joaquim Engler confirma que gravou conversas com autoridades de Minas Gerais, na época do governo Aécio Neves, e cita algumas das descobertas, como uma conta do senador Zezé Perrella no exterior, com um secretário de Aécio Neves", diz o texto (Foto: Aquiles Lins)

247 - Em mais uma reportagem da série sobre a Lista de Furnas, o Diário do Centro do Mundo (DMC) conta a história do lobista Nílton Monteiro, acusado de falsificar contratos para cobrar indevidamente comissão pela venda de créditos de ICMS da Samarco Mineradora para a empresa de energia do Espírito Santo (Escelsa).

Segundo a acusação da mineradora, Monteiro teria também forjado recibos para comprovar que seu antigo advogado, Joaquim Engler Filho, havia se vendido para a Samarco.

"O delegado chamou Joaquim Engler para depor e este confessou que recebeu R$ 1,1 milhão da Samarco para prejudicar o cliente e repassar propina para diretores da Samarco, um juiz de direito da comarca de Anchieta, no Espírito Santo, um ministro do STJ e um desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, todos que haviam decidido favoravelmente à empresa. Joaquim Engler confirma que gravou conversas com autoridades de Minas Gerais, na época do governo Aécio Neves, e cita algumas das descobertas, como uma conta do senador Zezé Perrella no exterior, com um secretário de Aécio Neves", diz a reportagem. 

Leia o texto na íntegra. 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247