DCM: Folha passou a fazer “jornalismo de guerra”

Jornalista Paulo Nogueira usa o termo do editor chefe do jornal argentino Clarín para designar o que o veículo fez para destruir o governo de Cristina Kirchner ao comentar pesquisa Datafolha do último fim de semana; "O jornalismo de guerra da mídia brasileira não se encerrou com o afastamento de Dilma. Ele continua. A diferença é que, se antes o objetivo era acabar com Dilma, Lula e o PT, a meta agora é proteger e elevar Temer", diz

Jornalista Paulo Nogueira usa o termo do editor chefe do jornal argentino Clarín para designar o que o veículo fez para destruir o governo de Cristina Kirchner ao comentar pesquisa Datafolha do último fim de semana; "O jornalismo de guerra da mídia brasileira não se encerrou com o afastamento de Dilma. Ele continua. A diferença é que, se antes o objetivo era acabar com Dilma, Lula e o PT, a meta agora é proteger e elevar Temer", diz
Jornalista Paulo Nogueira usa o termo do editor chefe do jornal argentino Clarín para designar o que o veículo fez para destruir o governo de Cristina Kirchner ao comentar pesquisa Datafolha do último fim de semana; "O jornalismo de guerra da mídia brasileira não se encerrou com o afastamento de Dilma. Ele continua. A diferença é que, se antes o objetivo era acabar com Dilma, Lula e o PT, a meta agora é proteger e elevar Temer", diz (Foto: Gisele Federicce)

247 – O jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, usa o termo do editor chefe do jornal argentino Clarín para designar o que o veículo fez para destruir o governo de Cristina Kirchner para descrever o que fez a Folha de S. Paulo ao publicar pesquisa Datafolha no último fim de semana.

"O objetivo não foi mostrar como estão as relações entre os brasileiros e o governo Temer. Foi, simplesmente, alavancar de forma artificial Temer e, com ele, o golpe", destaca Nogueira, que acrescenta que "a repercussão foi terrível para o DataFolha e para a Folha".

"O jornalismo de guerra da mídia brasileira não se encerrou com o afastamento de Dilma. Ele continua. A diferença é que, se antes o objetivo era acabar com Dilma, Lula e o PT, a meta agora é proteger e elevar Temer", analisa o jornalista. Ele lembra, porém, que "como existe a internet, com seus sites e suas redes sociais cada vez mais influentes, ludibriar a sociedade é uma tarefa cada vez mais difícil".

Leia aqui a íntegra.

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