DCM: passagem de Barbosa pela Abril foi desastrosa

"Duas sílabas resumem a passagem de Fabio Barbosa pela Abril: na e da. Nada. Ele fez nada. Barbosa fracassou miseravelmente em pelo menos mitigar o declínio da Abril e suas revistas. A Abril que ele deixa é muito menor do que a Abril à qual ele chegou, há cinco anos", diz o jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo

"Duas sílabas resumem a passagem de Fabio Barbosa pela Abril: na e da. Nada. Ele fez nada. Barbosa fracassou miseravelmente em pelo menos mitigar o declínio da Abril e suas revistas. A Abril que ele deixa é muito menor do que a Abril à qual ele chegou, há cinco anos", diz o jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo
"Duas sílabas resumem a passagem de Fabio Barbosa pela Abril: na e da. Nada. Ele fez nada. Barbosa fracassou miseravelmente em pelo menos mitigar o declínio da Abril e suas revistas. A Abril que ele deixa é muito menor do que a Abril à qual ele chegou, há cinco anos", diz o jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O jornalista Paulo Nogueira, ex-diretor da Abril e hoje editor do Diário do Centro do Mundo, comenta a passagem de Fábio Barbosa, afastado na última semana, pela Editora Abril.

"Duas sílabas resumem a passagem de Fabio Barbosa pela Abril: na e da. Nada. Ele fez nada. Barbosa fracassou miseravelmente em pelo menos mitigar o declínio da Abril e suas revistas. A Abril que ele deixa é muito menor do que a Abril à qual ele chegou, há cinco anos", diz ele.

"Parte disso é culpa da mudança do mercado, que transformou revistas em produtos em extinção, em certo. Mas parte também é culpa da absoluta inépcia de Barbosa em contribuir de alguma forma para a Abril".

Nogueira diz, ainda, que Barbosa sai com a biografia arranhada. "Sua biografia executiva ficou manchada pela passagem pela Abril. Ao fiasco nos números dos balanços se juntou a associação de seu nome a uma publicação que perdeu qualquer sentido de decência."

"Jovens não lêem a Veja. Não sabem o que é. É a morte para qualquer publicação. Mas Barbosa não estará na casa quando a morte da Veja vier. O máximo a que ele pode aspirar, agora, é participar da última reunião de pauta."

Leia a íntegra no DCM.

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