DCM: TV Cultura faz propaganda política no caso Petrobras

Colunista Paulo Nogueira diz que emissora de Marcos Mendonça continua a explorar números falsos sobre compra da refinaria Pasadena e a politizar versão de Sérgio Gabrielli sobre o negócio; “a vítima é o contribuinte, que banca, e o espectador, que ouve mentiras que depois vai repetir por aí, num processo de multiplicação da ignorância e da mistificação”

Colunista Paulo Nogueira diz que emissora de Marcos Mendonça continua a explorar números falsos sobre compra da refinaria Pasadena e a politizar versão de Sérgio Gabrielli sobre o negócio; “a vítima é o contribuinte, que banca, e o espectador, que ouve mentiras que depois vai repetir por aí, num processo de multiplicação da ignorância e da mistificação”
Colunista Paulo Nogueira diz que emissora de Marcos Mendonça continua a explorar números falsos sobre compra da refinaria Pasadena e a politizar versão de Sérgio Gabrielli sobre o negócio; “a vítima é o contribuinte, que banca, e o espectador, que ouve mentiras que depois vai repetir por aí, num processo de multiplicação da ignorância e da mistificação” (Foto: Roberta Namour)

247 – Em meio à polêmica sobre a compra de Pasadena pela Petrobras, o colunista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, acusa a TV Cultura de usar caso como propaganda política. Ele cita o uso de números equivocados pela emissora presidida por Marcos Mendonça sobre o negócio e a politização da entrevista do ex-presidente da estatal Sérgio Gabrielli.

Leia aqui trecho do texto, disponível aqui na íntegra:

Não posso dizer que fiquei surpreso.

Mas.

Mesmo sabendo o tipo de jornalismo que a Cultura faz, me chamou a atenção uma reportagem que vi, no acaso de uma zapeada, sobre a Petrobras.

Não era jornalismo. Era política. E política rasteira, manipuladora.

Quem edita?

Pobres espectadores. E o embuste feito com dinheiro público, do contribuinte paulista, o que doi ainda mais.
Já foi absolutamente demonstrado que Pasadena não custou 1 bilhão de dólares para a Petrobras, e nem 42 milhões de dólares para o comprador anterior, a Astra.

Você pode ter muitas dúvidas sobre o negócio, mas estes números que foram tão desonestamente lançados à sociedade já foram triturados pelos fatos.

Mas não foram abandonados pela Cultura, que continua a usá-los sem a menor cerimônia.

Uma entrevista de Gabrielli também foi usada indecentemente.

Gabrielli disse ao Estadão que o negócio foi bom e correto. Numa frase tirada do contexto, afirmou que Dilma tinha que assumir a responsabilidade pelo sua parte no negócio, assim como ele próprio.

Pronto.

Todas as explicações de Gabrielli sobre a compra foram esquecidas e o foco foi inteiramente para a frase em que ele cita Dilma. O embuste começou no próprio Estadão e continuou no Jornal da Cultura.

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