Dora diz que PT usa "psicologia da guerra"

De volta das férias, Dora Kramer recarregou as baterias e se mostra pronta para a guerra psicológica; em resposta ao pronunciamento da presidente Dilma, ela afirma que o Partido dos Trabalhadores "traz o gene da disputa no sangue, é competente no ataque, usa da corda estendida ao máximo, mantém a tensão e se posiciona como vítima em todas as situações"

De volta das férias, Dora Kramer recarregou as baterias e se mostra pronta para a guerra psicológica; em resposta ao pronunciamento da presidente Dilma, ela afirma que o Partido dos Trabalhadores "traz o gene da disputa no sangue, é competente no ataque, usa da corda estendida ao máximo, mantém a tensão e se posiciona como vítima em todas as situações"
De volta das férias, Dora Kramer recarregou as baterias e se mostra pronta para a guerra psicológica; em resposta ao pronunciamento da presidente Dilma, ela afirma que o Partido dos Trabalhadores "traz o gene da disputa no sangue, é competente no ataque, usa da corda estendida ao máximo, mantém a tensão e se posiciona como vítima em todas as situações" (Foto: Leonardo Attuch)

247 - A colunista Dora Kramer, do Estado de S. Paulo, retomou sua coluna e, sem surpresa, também condenou a expressão "guerra psicológica" usada pela presidente Dilma Rousseff contra os que instilam pessimismo injustificado na economia (leia aqui).

Segundo Dora, "o PT tem a psicologia da guerra, traz o gene da disputa no sangue, é competente no ataque, usa da corda estendida ao máximo, mantém a tensão e se posiciona como vítima em todas as situações, ainda que os inimigos - sempre apresentados como sujeitos ocultos - sejam na verdade seus sustentáculos".

A presidente, no entanto, se referia a colunistas que previram apagão e erraram. Previram disparada da inflação e erraram. Previram dólar a R$ 3 e erraram. Previram descumprimento da meta fiscal e erraram. Previram rebaixamento da nota de risco do Brasil e erraram de novo.


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