Gaspari: intervenção foi lance improvisado, irresponsável

O jornalista Elio Gaspari criticou nesta quarta-feira, 21, a intervenção militar no Rio de Janeiro. Segundo ele, a medida foi um lance "improvisado, irresponsável na origem e perigoso no seu desdobramento"; "A 'jogada de mestre' de Temer jogou no colo do Exército a ruína da segurança do Rio. Passado um mês, vê-se que não se detalhou a missão e não se calcularam os recursos necessários. Falta dizer como e para quê", diz o colunista 

O jornalista Elio Gaspari criticou nesta quarta-feira, 21, a intervenção militar no Rio de Janeiro. Segundo ele, a medida foi um lance "improvisado, irresponsável na origem e perigoso no seu desdobramento"; "A 'jogada de mestre' de Temer jogou no colo do Exército a ruína da segurança do Rio. Passado um mês, vê-se que não se detalhou a missão e não se calcularam os recursos necessários. Falta dizer como e para quê", diz o colunista 
O jornalista Elio Gaspari criticou nesta quarta-feira, 21, a intervenção militar no Rio de Janeiro. Segundo ele, a medida foi um lance "improvisado, irresponsável na origem e perigoso no seu desdobramento"; "A 'jogada de mestre' de Temer jogou no colo do Exército a ruína da segurança do Rio. Passado um mês, vê-se que não se detalhou a missão e não se calcularam os recursos necessários. Falta dizer como e para quê", diz o colunista  (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O jornalista Elio Gaspari criticou nesta quarta-feira, 21, a intervenção militar no Rio de Janeiro. Segundo ele, a medida foi um lance "improvisado, irresponsável na origem e perigoso no seu desdobramento".

"O governo embrulhou a intervenção federal, um ato da administração civil, no verde-oliva das fardas do Exército, quando uma coisa pouco tem a ver com a outra. O resultado da improvisação apareceu quando divulgou-se que a equipe do general Walter Braga Netto estima que são necessários R$ 3,1 bilhões para reequilibrar o orçamento da máquina de segurança do Rio e o governo acena com R$ 1 bilhão", disse Gaspari. 

"A 'jogada de mestre' de Temer jogou no colo do Exército a ruína da segurança do Rio. Passado um mês, vê-se que não se detalhou a missão e não se calcularam os recursos necessários. Falta dizer como e para quê", diz o colunista. 

Leia o texto na íntegra na Folha de S. Paulo

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