George Marques: separar Dilma e Temer é aberração jurídica

"A justiça eleitoral é pacífica ao entender que uma chapa é indivisível. Se cair um, cai todos. A dúvida é: eles serão favoráveis à aberração jurídica para dividir responsabilidades em uma chapa eleita?", questiona o jornalista

"A justiça eleitoral é pacífica ao entender que uma chapa é indivisível. Se cair um, cai todos. A dúvida é: eles serão favoráveis à aberração jurídica para dividir responsabilidades em uma chapa eleita?", questiona o jornalista
"A justiça eleitoral é pacífica ao entender que uma chapa é indivisível. Se cair um, cai todos. A dúvida é: eles serão favoráveis à aberração jurídica para dividir responsabilidades em uma chapa eleita?", questiona o jornalista (Foto: Gisele Federicce)

Por George Marques, em seu Facebook – A cada dia crescem mais suspeitas de que a chapa eleita Dilma-Temer foi abastecida, em 2014, com recursos ilícitos com origem de caixa dois, ou propina mesmo. Comprovadas as devidas mutretas, o TSE irá derrubar a chapa e convocar eleições indiretas ainda em 2017.

No bastidor de um espetáculo a céu aberto, advogados do presidente estão receosos com decisão do TSE e já buscam um jeitinho para que Temer possa se safar da condenação. A estratégia é punir apenas a ex-presidente Dilma, mesmo que isso afronte 99% da jurisprudência da justiça eleitoral.

Como se já não fosse suficiente a nomeação de Alexandre de Moraes (PSDB) para o STF, Temer nomeará mais dois ministros para o TSE (abril e maio haverá vagas abertas).

A justiça eleitoral é pacífica ao entender que uma chapa é indivisível. Se cair um, cai todos.

A dúvida é: eles serão favoráveis a aberração jurídica para dividir responsabilidades em uma chapa eleita?

Joaquim Barbosa disse: "eu avisei!". E eu também.

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