Gleisi: muito feio o silêncio de Moro sobre o caso Bolsonaro-Queiroz

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, criticou nesta segunda-feira (21) a postura do ministro da Justiça, Sérgio Moro, a respeito do seu silêncio sobre as movimentações financeiras escusas do clã Bolsonaro e do ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz; "Muito feio o silêncio de Moro e sua “república de Curitiba” sobre caso Bolsonaro-Queiroz. O desejo de poder, agora pela indicação de Dallagnol para a PGR, está mostrando a natureza do grupo. Fazem alianças políticas pra conquistar o comando. A luta contra a corrupção é mero palavrório", denunciou Gleisi

Gleisi: muito feio o silêncio de Moro sobre o caso Bolsonaro-Queiroz
Gleisi: muito feio o silêncio de Moro sobre o caso Bolsonaro-Queiroz

247 - A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, criticou nesta segunda-feira (21) a postura do ministro da Justiça, Sérgio Moro, a respeito do seu silêncio sobre as movimentações financeiras escusas do clã Bolsonaro e do ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz. 

"Muito feio o silêncio de Moro e sua “república de Curitiba” sobre caso Bolsonaro-Queiroz. O desejo de poder, agora pela indicação de Dallagnol para a PGR, está mostrando a natureza do grupo. Fazem alianças políticas pra conquistar o comando. A luta contra a corrupção é mero palavrório", denunciou Gleisi. 

 

A postura de Moro e Deltan Dallagnol tornou-se tímida desde que Bolsonaro assumiu a presidência. Para Gleisi, há fortes indícios de que ambos agem movidos por recompensas políticas. 

Pressionado para que emitisse uma opinião a respeito das movimentações escusas do clã, timidamente Moro defendeu Bolsonaro, dizendo que "tudo estava esclarecido", ao contrário do que apontou o Coaf

 “Sobre o relatório do Coaf sobre movimentação financeira atípica do senhor Queiroz, o senhor presidente eleito já esclareceu a parte que lhe cabe no episódio. O restante dos fatos deve ser esclarecido pelas demais pessoas envolvidas, especialmente o ex-assessor, ou por apuração", declarou Moro. 

Dallagnol segue na mesma linha limitou-se a dizer que não era adequada a paralisação da investigação do caso Queiroz pelo Supremo, sem grandes estardalhaços. É que Dallagnol conta (ou contava) ser o candidato de Jair Bolsonaro para substituir, em setembro, Raquel Dodge no cargo de Procurador Geral da República.

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