Globo esconde decisão da ONU, aponta equipe de Lula

Texto publicado no site do ex-presidente destaca que o Jornal Nacional, na TV Globo, dedicou apenas 15 segundos à notícia mais importante do dia nesta sexta-feira 17: a de que o Comitê de Direitos Humanos da ONU decidiu que Lula tem o direito de disputar a eleição e precisa ter garantidos seus direitos políticos; foram dispensados, em seguida, "45 segundos para uma nota mentirosa do Itamaraty e mais 20 segundos com declarações do ministro da Justiça ofensivas à ONU", diz ainda a crítica; leia a íntegra

Globo esconde decisão da ONU, aponta equipe de Lula
Globo esconde decisão da ONU, aponta equipe de Lula (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)
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247 - Uma crítica publicada no site do ex-presidente Lula na noite desta sexta-feira 17 aponta que o Jornal Nacional, da TV Globo, dedicou apenas 15 segundos à notícia mais importante do dia: a de que o Comitê de Direitos Humanos da ONU decidiu que Lula tem o direito de disputar a eleição e precisa ter garantidos seus direitos políticos.

Foram dispensados, em seguida, "45 segundos para uma nota mentirosa do Itamaraty e mais 20 segundos com declarações do ministro da Justiça ofensivas à ONU. Para encerrar, meia linha da nota do PT solicitada para responder o Itamaraty e o ministro", conclui o texto, que convida: "Não se conforme com a censura. Leia aqui a nota completa do PT". A seguir, a nota:

Desde 2009, o Brasil está obrigado, por lei, a cumprir as decisões do Comitê de Direitos Humanos da ONU, como esta que determina o direito de Lula disputar as eleições. É o Decreto Legislativo 311 do Congresso Nacional. O resto é falsidade. O ministro da Justiça mostrou que não conhece a Justiça. E o Itamaraty mostrou que não respeita os tratados internacionais. É vergonhoso que o Brasil tenha chegado a este vexame mundial, como consequência da perseguição a Lula.


Nesta sexta, os ex-ministros Celso Amorim, chanceler durante os dois mandatos do governo Lula, e Paulo Sérgio Pinheiro, diplomata e parte do corpo de conselheiros e diretores da ONU, afirmaram que a decisão do comitê da ONU precisa ser cumprida (leia mais aqui e aqui).

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