Globo também contesta PSDB e diz que ‘não existe caixa 2 do bem’

"Operações à margem de controles e registros legais são punidas, por lei", lembra editorial do jornal O Globo nesta terça-feira; "As leis são claras. As interpretações é que são de conveniência. Faz sentido investigar e punir o uso da lavagem de propina via doação formalmente legal a políticos, assim como dar a devida importância à origem dos recursos como fator determinante para se avaliar a lisura da operação", destaca

"Operações à margem de controles e registros legais são punidas, por lei", lembra editorial do jornal O Globo nesta terça-feira; "As leis são claras. As interpretações é que são de conveniência. Faz sentido investigar e punir o uso da lavagem de propina via doação formalmente legal a políticos, assim como dar a devida importância à origem dos recursos como fator determinante para se avaliar a lisura da operação", destaca
"Operações à margem de controles e registros legais são punidas, por lei", lembra editorial do jornal O Globo nesta terça-feira; "As leis são claras. As interpretações é que são de conveniência. Faz sentido investigar e punir o uso da lavagem de propina via doação formalmente legal a políticos, assim como dar a devida importância à origem dos recursos como fator determinante para se avaliar a lisura da operação", destaca (Foto: Felipe L. Goncalves)

247 - Em editorial publicado nesta terça-feira 14, o grupo Globo contesta a tese do PSDB, propaganda pelo seu maior líder, FHC, e mais recentemente pelo ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, de que caixa 2 apenas para financiamento de campanha não é crime.

"Construiu-se a versão poliana na vida pública brasileira de que caixa dois não é crime. O próprio PT valeu-se da desinformação para justificar o mensalão", lembra o texto do jornal O Globo.

"Mesmo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso contorceu-se para defender o senador Aécio Neves, presidente do seu partido, citado nas delações da Odebrecht, desenvolvendo a frágil teoria de que dinheiro de caixa dois gasto na política, pode; para enriquecimento pessoal, é crime. Não é assim", contesta o editorial.

"Operações à margem de controles e registros legais são punidas, por lei", lembra. "As leis são claras. As interpretações é que são de conveniência. Faz sentido investigar e punir o uso da lavagem de propina via doação formalmente legal a políticos, assim como dar a devida importância à origem dos recursos como fator determinante para se avaliar a lisura da operação", conclui.

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