Greenwald: Folha fraudou pesquisa para ajudar Temer

O jornalista Gleen Greenwald publica nesta terça (19), em parceria com o repórter Erick Dau, no The Intercept, matéria em que acusa a Folha de S. Paulo de “comprometer-se com a maior fraude jornalística para impulsionar o presidente provisório Michel Temer"; Greenwald e Dau falam do sumiço das pesquisas e, sobretudo, do “sumiço” das maiorias que as mesmas pesquisas diziam, há três meses, desejarem novas eleições; os jornalistas ainda questionam a “maioria pró-Temer” jamais registrada antes: 50% desejando que ele permaneça no comando do país; no último fim de semana, o 247 também questionou os dados do Datafolha tomando como base os números de pesquisa realizada pelo mesmo instituto em abril na qual 60% dos brasileiros pediam novas eleições

O jornalista Gleen Greenwald publica nesta terça (19), em parceria com o repórter Erick Dau, no The Intercept, matéria em que acusa a Folha de S. Paulo de “comprometer-se com a maior fraude jornalística para impulsionar o presidente provisório Michel Temer"; Greenwald e Dau falam do sumiço das pesquisas e, sobretudo, do “sumiço” das maiorias que as mesmas pesquisas diziam, há três meses, desejarem novas eleições; os jornalistas ainda questionam a “maioria pró-Temer” jamais registrada antes: 50% desejando que ele permaneça no comando do país; no último fim de semana, o 247 também questionou os dados do Datafolha tomando como base os números de pesquisa realizada pelo mesmo instituto em abril na qual 60% dos brasileiros pediam novas eleições
O jornalista Gleen Greenwald publica nesta terça (19), em parceria com o repórter Erick Dau, no The Intercept, matéria em que acusa a Folha de S. Paulo de “comprometer-se com a maior fraude jornalística para impulsionar o presidente provisório Michel Temer"; Greenwald e Dau falam do sumiço das pesquisas e, sobretudo, do “sumiço” das maiorias que as mesmas pesquisas diziam, há três meses, desejarem novas eleições; os jornalistas ainda questionam a “maioria pró-Temer” jamais registrada antes: 50% desejando que ele permaneça no comando do país; no último fim de semana, o 247 também questionou os dados do Datafolha tomando como base os números de pesquisa realizada pelo mesmo instituto em abril na qual 60% dos brasileiros pediam novas eleições (Foto: Valter Lima)

247 - O jornalista Gleen Greenwald publica nesta terça-feira (19), em parceria com o repórter Erick Dau, no The Intercept, matéria em que acusa a Folha de S. Paulo de “comprometer-se com a maior fraude jornalística para impulsionar o presidente provisório Michel Temer" (leia aqui).

Greenwald e Dau falam do sumiço das pesquisas e, sobretudo, do “sumiço” das maiorias que as mesmas pesquisas diziam, há três meses, desejarem novas eleições. E questionam a “maioria pró-Temer” jamais registrada antes: 50% desejando que ele permaneça.

No último final de semana, o 247 já havia publicado matéria na qual questionava a pesquisa Datafolha (relembre aqui).

Abaixo trecho do texto produzido pelo Tijolaço sobre a análise de Greewald:

"Como este resultado, este título – que metade do país quer Temer para permanecer como presidente até 2018 – foi anunciada pela maioria dos meios de comunicação e instantaneamente tornou-se aceito como fato: como um fato potencialmente letal, que poderia facilmente selar o acordo contra Dilma. Afinal, se 50% do país, literalmente, quer Temer como seu presidente até 2018, é difícil ver como os senadores que estão no “muro” vão negar-lhes o que eles querem.

Greenwald e Dau aprofundam o foco:

"Ontem os dados completos e questões subjacentes (da pesquisa Datafolha) foram tornados públicos. Agora é evidente que – seja por meio de motivos corruptos ou inépcia absoluta – uma fraude jornalística foi cometida pela Folha. A razão pela qual apenas 3 por cento dos brasileiros disseram que querem novas eleições, e apenas 4 por cento disseram que não querem nem Dilma nem Temer para permanecer como presidente, é porque a pergunta da enquete havia excluído estas opções. Como o jornalista Alex Cuadros observou hoje, a questão real que foi pedida só deu aos entrevistados duas opções: ou (1) Dilma retorna ou (2) Temer permanece até 2018".

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