Helena Chagas: “é urgente que o STF se posicione logo”

Jornalista avalia que o anúncio feito por Rodrigo Janot sobre novo áudio da JBS será usado pela defesa de Temer para derrubar ou adiar "o andamento de suas denúncias e processos"; "Uma boa desculpa, por exemplo, para a Câmara dos Deputados não apreciar a segunda denúncia de Janot até que o STF dê a decisão final sobre a validade da delação de Joesley e companhia", diz ela, que pede "urgência" no posicionamento do Supremo; pedido está nas mãos de Edson Fachin

Jornalista avalia que o anúncio feito por Rodrigo Janot sobre novo áudio da JBS será usado pela defesa de Temer para derrubar ou adiar "o andamento de suas denúncias e processos"; "Uma boa desculpa, por exemplo, para a Câmara dos Deputados não apreciar a segunda denúncia de Janot até que o STF dê a decisão final sobre a validade da delação de Joesley e companhia", diz ela, que pede "urgência" no posicionamento do Supremo; pedido está nas mãos de Edson Fachin
Jornalista avalia que o anúncio feito por Rodrigo Janot sobre novo áudio da JBS será usado pela defesa de Temer para derrubar ou adiar "o andamento de suas denúncias e processos"; "Uma boa desculpa, por exemplo, para a Câmara dos Deputados não apreciar a segunda denúncia de Janot até que o STF dê a decisão final sobre a validade da delação de Joesley e companhia", diz ela, que pede "urgência" no posicionamento do Supremo; pedido está nas mãos de Edson Fachin (Foto: Gisele Federicce)

247 - A jornalista Helena Chagas, do site Os Divergentes, avalia que o anúncio feito por Rodrigo Janot sobre o novo áudio da JBS contendo indícios de crimes "gravíssimos", conforme anunciou, será usado pela defesa de Michel Temer para derrubar ou adiar "o andamento de suas denúncias e processos".

"Uma boa desculpa, por exemplo, para a Câmara dos Deputados não apreciar a segunda denúncia de Janot até que o STF dê a decisão final sobre a validade da delação de Joesley e companhia", diz ela. 

"Por isso, é urgente que o STF se posicione logo. Será que vai? É bom lembrar que há um ministro do STF citado na gravação que trata de ilicitudes relacionadas à JBS, assim como um procurador. Isso deixa a suprema corte do país numa situação extremamente constrangedora e desconfortável, com dificuldades para tomar decisões rápidas", cobra.

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