Helena Chagas: Lula vai arbitrar disputa entre sectários e aliancistas

"Tudo indica que o ex-presidente Lula morrerá na praia da inelegibilidade quando agosto chegar. Dificilmente, porém, deixará de ter papel fundamental na sucessão de 2018", diz a jornalista Helena Chagas; "Está em suas mãos conduzir seu povo – ou uma boa parte dele – para uma candidatura alternativa do PT ou para o apoio a um outro nome no campo das esquerdas capaz de chegar ao segundo turno, vencer e dar continuidade ao projeto interrompido com a ascensão de Michel Temer e seu governo de centro-direita ao poder"

"Tudo indica que o ex-presidente Lula morrerá na praia da inelegibilidade quando agosto chegar. Dificilmente, porém, deixará de ter papel fundamental na sucessão de 2018", diz a jornalista Helena Chagas; "Está em suas mãos conduzir seu povo – ou uma boa parte dele – para uma candidatura alternativa do PT ou para o apoio a um outro nome no campo das esquerdas capaz de chegar ao segundo turno, vencer e dar continuidade ao projeto interrompido com a ascensão de Michel Temer e seu governo de centro-direita ao poder"
"Tudo indica que o ex-presidente Lula morrerá na praia da inelegibilidade quando agosto chegar. Dificilmente, porém, deixará de ter papel fundamental na sucessão de 2018", diz a jornalista Helena Chagas; "Está em suas mãos conduzir seu povo – ou uma boa parte dele – para uma candidatura alternativa do PT ou para o apoio a um outro nome no campo das esquerdas capaz de chegar ao segundo turno, vencer e dar continuidade ao projeto interrompido com a ascensão de Michel Temer e seu governo de centro-direita ao poder" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Tudo indica que o ex-presidente Lula morrerá na praia da inelegibilidade quando agosto chegar. Dificilmente, porém, deixará de ter papel fundamental na sucessão de 2018", diz a jornalista Helena Chagas. "Está em suas mãos conduzir seu povo – ou uma boa parte dele – para uma candidatura alternativa do PT ou para o apoio a um outro nome no campo das esquerdas capaz de chegar ao segundo turno, vencer e dar continuidade ao projeto interrompido com a ascensão de Michel Temer e seu governo de centro-direita ao poder", afirma.

De acordo com a jornalista, o PT apoiará o presidenciável Ciro Gomes (PDT-CE) "se Lula mandar". "E Ciro receberá esse apoio com um discurso manso e um convite de vice para um petista – provavelmente o próprio Haddad, que começa se desenhar como uma das fisionomias do PT do futuro", complementa.

"Embora sem admitir qualquer plano B até julho ou agosto, Lula será o árbitro da disputa que se desenhou nos últimos dias entre setores do PT que insistem em ter um candidato próprio no lugar do ex-presidente e os que acham que, sem uma ampla aliança com outros partidos de esquerda, as chances de vitória ficarão bem reduzidas. E que talvez seja a hora de o PT ceder, pela primeira vez, a cabeça de chapa a algum candidato que esteja melhor nas pesquisas".

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