Helena Chagas: trabalho escravo foi mais um tiro no pé do Planalto

"A rigor, a liminar da ministra Rosa Weber que suspende a portaria que modificou as regras de fiscalização do trabalho escravo no país não deve alterar a decisão que a Câmara dos Deputados vai tomar amanhã de arquivar a segunda denúncia contra Michel Temer. Mas é um tremendo desgaste, um episódio politicamente vexaminoso, que deve erodir o que resta da baixíssima popularidade do governo", avalia a jornalista

"A rigor, a liminar da ministra Rosa Weber que suspende a portaria que modificou as regras de fiscalização do trabalho escravo no país não deve alterar a decisão que a Câmara dos Deputados vai tomar amanhã de arquivar a segunda denúncia contra Michel Temer. Mas é um tremendo desgaste, um episódio politicamente vexaminoso, que deve erodir o que resta da baixíssima popularidade do governo", avalia a jornalista
"A rigor, a liminar da ministra Rosa Weber que suspende a portaria que modificou as regras de fiscalização do trabalho escravo no país não deve alterar a decisão que a Câmara dos Deputados vai tomar amanhã de arquivar a segunda denúncia contra Michel Temer. Mas é um tremendo desgaste, um episódio politicamente vexaminoso, que deve erodir o que resta da baixíssima popularidade do governo", avalia a jornalista (Foto: Gisele Federicce)

247 - "Bem que o governo Temer poderia ter passado sem mais esse tiro no pé", afirma a jornalista Helena Chagas, após a decisão liminar da ministra Rosa Weber, do STF, que suspendeu nesta terça-feira 24 a portaria do Ministério do Trabalho que flexibilizava a fiscalização do trabalho escravo no País.

"A rigor, a liminar da ministra Rosa Weber que suspende a portaria que modificou as regras de fiscalização do trabalho escravo no país não deve alterar a decisão que a Câmara dos Deputados vai tomar amanhã de arquivar a segunda denúncia contra Michel Temer. Mas é um tremendo desgaste, um episódio politicamente vexaminoso, que deve erodir o que resta da baixíssima popularidade do governo", afirma a colunista.

Ela diz ainda que a divulgação da portaria "foi um erro de cálculo – mais um – do Planalto, que não imaginou que a medida teria um forte simbolismo negativo, alvo da mídia, de setores da sociedade e da comunidade internacional". O governo errou ainda em não "voltar atrás imediatamente, como não teve vergonha de fazer outras vezes", completou Helena. Leia aqui a íntegra.

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