Jânio de Freitas: a renúncia branca de Temer, o perplexo

"O governo que não chegou a governar proclamou sua inexistência. Temer, o perplexo, fez renúncia branca, com a admitida passagem da responsabilidade do Executivo para o Legislativo", diz o jornalista Jânio de Freitas; "Os caminhoneiros param um país parado"

"O governo que não chegou a governar proclamou sua inexistência. Temer, o perplexo, fez renúncia branca, com a admitida passagem da responsabilidade do Executivo para o Legislativo", diz o jornalista Jânio de Freitas; "Os caminhoneiros param um país parado"
"O governo que não chegou a governar proclamou sua inexistência. Temer, o perplexo, fez renúncia branca, com a admitida passagem da responsabilidade do Executivo para o Legislativo", diz o jornalista Jânio de Freitas; "Os caminhoneiros param um país parado" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Jornalista Jânio de Freitas afirma, em sua coluna desta quinta-feira (24), que "os caminhoneiros param um país parado". Segundo ele, a greve "atinge o que ainda respira, aos estertores, no dia a dia do país. A lenga-lenga da retomada de crescimento, propagada por uma articulação entre temerosos das eleições e economistas do bolsão neoliberal, já ruíra sob o jorro dos números mais ou menos reais. Como o do e o da produção industrial em coma".

"Eis o que aconteceu: não o governo, mas os presidentes da Câmara e do Senado tomaram a iniciativa de pensar em resoluções que, se capazes de dissolver a greve, ambos fariam aprovar nas respectivas casas", continua.

Segundo o jornalista, "o governo que não chegou a governar proclamou sua inexistência. Temer, o perplexo, fez renúncia branca, com a admitida passagem da responsabilidade do Executivo para o Legislativo". "Não foi melhor nem pior para o país, porque, embora melhor que a omissão, foi mais um avanço na bagunça institucional. Como os anteriores, prenúncio de outros", complementa.

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