Janio: teto é brutalidade e chefe do Ipea foi antiético

Em artigo publicado neste domingo, o colunista Janio de Freitas aponta a PEC 241, que congela gastos públicos por 20 anos como uma "brutalidade" e diz que o presidente do Ipea, Ernesto Lozardo, foi antiético, ao censurar uma pesquisa interna, que aponta os prejuízos para a Saúde; "O fato, simples e incontestável, é que teto generalizado ou indiscriminado de gastos é uma brutalidade. E nega a razão de ser dos governos, que é administrar circunstâncias a cada dia, a cada hora, e seu provável futuro", diz ele

Em artigo publicado neste domingo, o colunista Janio de Freitas aponta a PEC 241, que congela gastos públicos por 20 anos como uma "brutalidade" e diz que o presidente do Ipea, Ernesto Lozardo, foi antiético, ao censurar uma pesquisa interna, que aponta os prejuízos para a Saúde; "O fato, simples e incontestável, é que teto generalizado ou indiscriminado de gastos é uma brutalidade. E nega a razão de ser dos governos, que é administrar circunstâncias a cada dia, a cada hora, e seu provável futuro", diz ele
Em artigo publicado neste domingo, o colunista Janio de Freitas aponta a PEC 241, que congela gastos públicos por 20 anos como uma "brutalidade" e diz que o presidente do Ipea, Ernesto Lozardo, foi antiético, ao censurar uma pesquisa interna, que aponta os prejuízos para a Saúde; "O fato, simples e incontestável, é que teto generalizado ou indiscriminado de gastos é uma brutalidade. E nega a razão de ser dos governos, que é administrar circunstâncias a cada dia, a cada hora, e seu provável futuro", diz ele (Foto: Leonardo Attuch)

247 – Em artigo publicado neste domingo, o colunista Janio de Freitas aponta a PEC 241, que congela gastos públicos por 20 anos como uma "brutalidade" e diz que o presidente do Ipea, Ernesto Lozardo, foi absolutamente antiético, ao censurar uma pesquisa interna, que aponta os prejuízos para a Saúde.

"Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) estima perda até de R$ 743 bilhões no sistema de saúde, durante a vigência do teto. O presidente do instituto, Ernesto Lozardo, tratou de emitir uma nota antiética para dizer aos de cima que o Ipea é a favor do teto. Mas não é, nem contra, por ser instituição apenas de pesquisa, não de política econômica. Ainda assim, Fabíola Sulpino Vieira, economista co-autora da pesquisa, deixa seu cargo no Ipea", diz ele.

"Se a violência não tem estudo, outra preocupação nacional aumenta o alarme: a Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara –a Conof dos melhores técnicos da Casa em questões orçamentárias– concluiu que a educação perderá R$ 20 bilhões por ano, R$ 480 bilhões na pretendida vigência do teto."

"O fato, simples e incontestável, é que teto generalizado ou indiscriminado de gastos é uma brutalidade. E nega a razão de ser dos governos, que é administrar circunstâncias a cada dia, a cada hora, e seu provável futuro."

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