Kennedy Alencar: STF se apequenou faz tempo

"Parece que alguém esqueceu de avisar à ministra Cármen Lúcia que o Supremo Tribunal Federal se apequenou faz tempo",diz o jornalista Kennedy Alencar, ao responder à ministra Cármen Lúcia; "Está difícil encontrar um paralelo histórico para um Supremo tão apequenado como o atual. Aliás, é duro lembrar quando foi que a atual composição da corte se agigantou. Sergio Moro e Deltan Dallagnol têm mais influência no Judiciário do que os 11 ministros do STF somados", diz ele 

"Parece que alguém esqueceu de avisar à ministra Cármen Lúcia que o Supremo Tribunal Federal se apequenou faz tempo",diz o jornalista Kennedy Alencar, ao responder à ministra Cármen Lúcia; "Está difícil encontrar um paralelo histórico para um Supremo tão apequenado como o atual. Aliás, é duro lembrar quando foi que a atual composição da corte se agigantou. Sergio Moro e Deltan Dallagnol têm mais influência no Judiciário do que os 11 ministros do STF somados", diz ele 
"Parece que alguém esqueceu de avisar à ministra Cármen Lúcia que o Supremo Tribunal Federal se apequenou faz tempo",diz o jornalista Kennedy Alencar, ao responder à ministra Cármen Lúcia; "Está difícil encontrar um paralelo histórico para um Supremo tão apequenado como o atual. Aliás, é duro lembrar quando foi que a atual composição da corte se agigantou. Sergio Moro e Deltan Dallagnol têm mais influência no Judiciário do que os 11 ministros do STF somados", diz ele  (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Kennedy Alencar afirmou nesta terça-feira, 30 que o Supremo Tribunal Federal "se apequenou faz tempo", ao criticar a declaração da presidente da Corte, ministra Carmen Lúcia, de que rever a prisão após condenação em segunda instância após a condenação do ex-presidente Lula seria "apequenar" o STF. 

"Parece que alguém esqueceu de avisar à ministra Cármen Lúcia que o Supremo Tribunal Federal se apequenou faz tempo. (...) O STF já se apequenou em outros episódios. Por exemplo, decidiu que medidas cautelares contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), como prisão e afastamento do mandato, deveriam passar pelo crivo do Congresso", afirma. 

Kennedy lembra também que até hoje o Supremo não julgou um recurso final da defesa da presidente deposta Dilma Rousseff contra o impeachment, apesar de frequentemente levar ao exame do plenário assuntos que têm imediata e grave repercussão política. "Difícil imaginar algo mais importante do que um impeachment", diz ele.

"Está difícil encontrar um paralelo histórico para um Supremo tão apequenado como o atual. Aliás, é duro lembrar quando foi que a atual composição da corte se agigantou. Sergio Moro e Deltan Dallagnol têm mais influência no Judiciário do que os 11 ministros do STF somados", acrescenta. 

Leia o texto na íntegra no Blog do Kennedy

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