Kennedy critica Moro e o julgamento político contra Lula

Jornalista critica atuação do juiz da Lava Jato em audiência com Tarso Genro, quando questionou o petista a respeito de decisões internas do PT sobre punições a José Dirceu e Delúbio Soares após o mensalão; "Um julgamento criminal tem de levar em conta acusações concretas e específicas contra uma pessoa. Do contrário, é julgamento político - algo próprio das ditaduras, não das democracias. E isso não cabe a Moro nem a ninguém da Lava Jato fazer. Está errado. Sinaliza autoritarismo do Judiciário e do Ministério Público. Enfim, é preocupante", afirma Kennedy

Jornalista critica atuação do juiz da Lava Jato em audiência com Tarso Genro, quando questionou o petista a respeito de decisões internas do PT sobre punições a José Dirceu e Delúbio Soares após o mensalão; "Um julgamento criminal tem de levar em conta acusações concretas e específicas contra uma pessoa. Do contrário, é julgamento político - algo próprio das ditaduras, não das democracias. E isso não cabe a Moro nem a ninguém da Lava Jato fazer. Está errado. Sinaliza autoritarismo do Judiciário e do Ministério Público. Enfim, é preocupante", afirma Kennedy
Jornalista critica atuação do juiz da Lava Jato em audiência com Tarso Genro, quando questionou o petista a respeito de decisões internas do PT sobre punições a José Dirceu e Delúbio Soares após o mensalão; "Um julgamento criminal tem de levar em conta acusações concretas e específicas contra uma pessoa. Do contrário, é julgamento político - algo próprio das ditaduras, não das democracias. E isso não cabe a Moro nem a ninguém da Lava Jato fazer. Está errado. Sinaliza autoritarismo do Judiciário e do Ministério Público. Enfim, é preocupante", afirma Kennedy (Foto: Gisele Federicce)

247 – O jornalista Kennedy Alencar criticou duramente nesta sexta-feira 17, em comentário na rádio CBN, a atuação do juiz Sergio Moro, da Lava Jato, enquanto tomava o depoimento de Tarso Genro, que foi testemunha de defesa do ex-presidente Lula no caso do triplex no Guarujá.

Para Kennedy, "é um despropósito perguntar, num processo com acusações específicas contra Lula, se o PT puniu ou não José Dirceu e Delúbio Soares após o mensalão". "Moro entrou num seara totalmente subjetiva sobre a eventual refundação do PT, tese defendida por Tarso após o mensalão", comenta.

"Moro passou a tratar de ações ou omissões do PT para analisar acusações concretas contra Lula. Obviamente, está dando razão à acusação de parcialidade contra o ex-presidente da República", observa ainda Kennedy Alencar.

"Um julgamento criminal tem de levar em conta acusações concretas e específicas contra uma pessoa. Do contrário, é julgamento político - algo próprio das ditaduras, não das democracias. E isso não cabe a Moro nem a ninguém da Lava Jato fazer. Está errado. Sinaliza autoritarismo do Judiciário e do Ministério Público. Enfim, é preocupante", ressalta.

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