Kennedy: turbulência externa preocupa governo Temer

“Nos bastidores, há uma avaliação do governo Michel Temer de que a decisão do Reino Unido de se separar da União Europeia criará mais turbulência econômica no cenário internacional por meses até que o divórcio seja concluído. Isso é ruim para o Brasil, que enfrenta dois anos seguidos de recessão e que ensaiava uma recuperação a partir do segundo semestre. Ou seja, pode complicar a retomada do crescimento”, diz o colunista Kennedy Alencar

“Nos bastidores, há uma avaliação do governo Michel Temer de que a decisão do Reino Unido de se separar da União Europeia criará mais turbulência econômica no cenário internacional por meses até que o divórcio seja concluído. Isso é ruim para o Brasil, que enfrenta dois anos seguidos de recessão e que ensaiava uma recuperação a partir do segundo semestre. Ou seja, pode complicar a retomada do crescimento”, diz o colunista Kennedy Alencar
“Nos bastidores, há uma avaliação do governo Michel Temer de que a decisão do Reino Unido de se separar da União Europeia criará mais turbulência econômica no cenário internacional por meses até que o divórcio seja concluído. Isso é ruim para o Brasil, que enfrenta dois anos seguidos de recessão e que ensaiava uma recuperação a partir do segundo semestre. Ou seja, pode complicar a retomada do crescimento”, diz o colunista Kennedy Alencar (Foto: Roberta Namour)
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247 – De acordo com o colunista Kennedy Alencar, a decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia preocupa o governo interino de Michel Temer:

“Nos bastidores, há uma avaliação do governo Michel Temer de que a decisão do Reino Unido de se separar da União Europeia criará mais turbulência econômica no cenário internacional por meses até que o divórcio seja concluído. Isso é ruim para o Brasil, que enfrenta dois anos seguidos de recessão e que ensaiava uma recuperação a partir do segundo semestre. Ou seja, pode complicar a retomada do crescimento”, diz.

Segundo ele, também poderá dificultar as negociações para o Mercosul fechar um acordo comercial com a União Europeia. “Essas tratativas deverão ter de aguardar uma estabilização das relações entre o Reino Unido e a Europa”, afirma (leia aqui).

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