Kotscho: “cidadãos de bem” deixaram as panelas e começaram a atirar

"Eram até outro dia apenas tipos folclóricos que batiam panelas e desfilavam com babás e cachorros pelas avenidas de olho nas câmeras de TV, mas agora se tornaram meliantes perigosos. De uns tempos para cá, resolveram argumentar com tiros de 9 mm, na certeza da impunidade garantida pelas chamadas autoridades constituídas", escreve o jornalista

"Eram até outro dia apenas tipos folclóricos que batiam panelas e desfilavam com babás e cachorros pelas avenidas de olho nas câmeras de TV, mas agora se tornaram meliantes perigosos. De uns tempos para cá, resolveram argumentar com tiros de 9 mm, na certeza da impunidade garantida pelas chamadas autoridades constituídas", escreve o jornalista
"Eram até outro dia apenas tipos folclóricos que batiam panelas e desfilavam com babás e cachorros pelas avenidas de olho nas câmeras de TV, mas agora se tornaram meliantes perigosos. De uns tempos para cá, resolveram argumentar com tiros de 9 mm, na certeza da impunidade garantida pelas chamadas autoridades constituídas", escreve o jornalista (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O jornalista Ricardo Kotscho afirma em texto publicado em seu blog que os chamados "cidadãos de bem" deixaram de bater panelas para pegar em armas calibre 9 mm e começar a dar tiros, como os disparados contra o acampamento em Curitiba.

"Eram até outro dia apenas tipos folclóricos que batiam panelas e desfilavam com babás e cachorros pelas avenidas de olho nas câmeras de TV, mas agora se tornaram meliantes perigosos. De uns tempos para cá, resolveram argumentar com tiros de 9 mm, na certeza da impunidade garantida pelas chamadas autoridades constituídas", escreve o jornalista. "Quem os nomeou para exercer estes mandatos?", questiona.

"Por falar nisso, a quantas andam as investigações sobre o fuzilamento da vereadora Marielle e do motorista Anderson, no Rio, e dos atentados a bala praticados no Paraná? Quantos mais precisam morrer para que a pátria amada (não confundir com pátria armada) tome uma providência enquanto é tempo?", indaga ainda.

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho.

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