Kotscho: teatro do TSE sem prazo para sair de cartaz

O jornalista Ricardo Kotscho fala em seu blog fala sobre o início do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, que pode cassar a chapa Dilma-Temer, que venceu a eleição de 2014; ele compara o julgamento a um teatro e diz que a peça não tem data para acabar; "Pela amostra do primeiro dia de julgamento, que foi suspenso duas horas depois de começar, este teatro pode continuar em cartaz até a campanha eleitoral de 2018, ou seja, não servirá para nada. O espetáculo jurídico dará uma parada em abril porque Gilmar Mendes, presidente do TSE e conselheiro informal de Michel Temer, vai passar o mês viajando", diz

O jornalista Ricardo Kotscho fala em seu blog fala sobre o início do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, que pode cassar a chapa Dilma-Temer, que venceu a eleição de 2014; ele compara o julgamento a um teatro e diz que a peça não tem data para acabar; "Pela amostra do primeiro dia de julgamento, que foi suspenso duas horas depois de começar, este teatro pode continuar em cartaz até a campanha eleitoral de 2018, ou seja, não servirá para nada. O espetáculo jurídico dará uma parada em abril porque Gilmar Mendes, presidente do TSE e conselheiro informal de Michel Temer, vai passar o mês viajando", diz
O jornalista Ricardo Kotscho fala em seu blog fala sobre o início do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, que pode cassar a chapa Dilma-Temer, que venceu a eleição de 2014; ele compara o julgamento a um teatro e diz que a peça não tem data para acabar; "Pela amostra do primeiro dia de julgamento, que foi suspenso duas horas depois de começar, este teatro pode continuar em cartaz até a campanha eleitoral de 2018, ou seja, não servirá para nada. O espetáculo jurídico dará uma parada em abril porque Gilmar Mendes, presidente do TSE e conselheiro informal de Michel Temer, vai passar o mês viajando", diz (Foto: José Barbacena)

247 - O jornalista Ricardo Kotscho fala em seu blog "Balaio do Kotscho" fala sobre o início do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, que pode cassar a chapa Dilma-Temer, que venceu a eleição de 2014. Ele compara o julgamento a um teatro e diz que a peça não tem data para acabar.

"Pela amostra do primeiro dia de julgamento, que foi suspenso duas horas depois de começar, este teatro pode continuar em cartaz até a campanha eleitoral de 2018, ou seja, não servirá para nada. O espetáculo jurídico dará uma parada em abril porque Gilmar Mendes, presidente do TSE e conselheiro informal de Michel Temer, vai passar o mês viajando", diz.

Kotscho afirma que a saída de Gilmar Mendes paralisa o processo de julgamento e compara o ministro a um protagonista de peça teatral. "O Brasil que espere. Como o superministro é, ao mesmo tempo, diretor de cena, roteirista e protagonista da peça, nada vai acontecer na sua ausência. Se não houver imprevistos, o julgamento só será retomado em maio, quando dois dos ministros do TSE já tiverem sido substituídos por outros mais simpáticos ao Palácio do Planalto".

O jornalista ainda cita alguns embates entre advogados e ministros, mas diz que no final todos se entenderam. "Parecia tudo muito bem ensaiado, com alguns improvisos eruditos de Gilmar Mendes, sempre ele, que a qualquer momento cortava sem dó a fala de outros ministros para dar seus pareceres jurisprudenciais. Trinta meses após o início do processo, o teatro montado no TSE estava começando a decidir o destino da nossa República".

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