Luis Felipe Miguel: denúncias de Palocci são o óbvio diante do modus operandi de Moro

"Machucam Lula, é claro, porque Palocci não é qualquer um. Incluíram até frases de efeito, pensadas para ganhar as manchetes, como o 'pacto de sangue' destacado nos jornais. Mas continuam faltando evidências - há apenas mais um depoimento autointeressado de candidato a delator premiado, motivado por escapar de penas que, no caso de Palocci, já somam 12 anos de prisão", avalia o cientista político Luis Felipe Miguel; "O que mostra esse novo round aberto por Curitiba é que abater Lula voltou a ser a prioridade máxima do momento", afirma   

"Machucam Lula, é claro, porque Palocci não é qualquer um. Incluíram até frases de efeito, pensadas para ganhar as manchetes, como o 'pacto de sangue' destacado nos jornais. Mas continuam faltando evidências - há apenas mais um depoimento autointeressado de candidato a delator premiado, motivado por escapar de penas que, no caso de Palocci, já somam 12 anos de prisão", avalia o cientista político Luis Felipe Miguel; "O que mostra esse novo round aberto por Curitiba é que abater Lula voltou a ser a prioridade máxima do momento", afirma 
 
"Machucam Lula, é claro, porque Palocci não é qualquer um. Incluíram até frases de efeito, pensadas para ganhar as manchetes, como o 'pacto de sangue' destacado nos jornais. Mas continuam faltando evidências - há apenas mais um depoimento autointeressado de candidato a delator premiado, motivado por escapar de penas que, no caso de Palocci, já somam 12 anos de prisão", avalia o cientista político Luis Felipe Miguel; "O que mostra esse novo round aberto por Curitiba é que abater Lula voltou a ser a prioridade máxima do momento", afirma    (Foto: Aquiles Lins)

Por Luis Felipe Miguel, em seu Facebook - As denúncias de Palocci são o que era esperado, efeito óbvio do modus operandi do juiz Sérgio Moro. Machucam Lula, é claro, porque Palocci não é qualquer um. Incluíram até frases de efeito, pensadas para ganhar as manchetes, como o "pacto de sangue" destacado nos jornais.

Mas continuam faltando evidências - há apenas mais um depoimento autointeressado de candidato a delator premiado, motivado por escapar de penas que, no caso de Palocci, já somam 12 anos de prisão.

O que mostra esse novo round aberto por Curitiba, junto com os movimentos da PGR (e sem destacar outros indícios, como a incrível capa d'O Globo de ontem), é que abater Lula voltou a ser a prioridade máxima do momento.

 

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