Magnoli: "cidadãos são reféns de protestos"

"O direito de manifestação pública é limitado por regras que impedem a anulação do direito de circulação das pessoas", escreve o colunista; ele ironiza a fala da presidente Dilma, que usou a palavra "baderna" para defender a "imagem do Brasil" durante a Copa, mas "não os desprezíveis direitos das pessoas"; "Depois, tudo volta ao 'normal'", diz o sociólogo

"O direito de manifestação pública é limitado por regras que impedem a anulação do direito de circulação das pessoas", escreve o colunista; ele ironiza a fala da presidente Dilma, que usou a palavra "baderna" para defender a "imagem do Brasil" durante a Copa, mas "não os desprezíveis direitos das pessoas"; "Depois, tudo volta ao 'normal'", diz o sociólogo
"O direito de manifestação pública é limitado por regras que impedem a anulação do direito de circulação das pessoas", escreve o colunista; ele ironiza a fala da presidente Dilma, que usou a palavra "baderna" para defender a "imagem do Brasil" durante a Copa, mas "não os desprezíveis direitos das pessoas"; "Depois, tudo volta ao 'normal'", diz o sociólogo (Foto: Gisele Federicce)

247 – O sociólogo Demétrio Magnoli critica, em sua coluna neste sábado 31 na Folha de S. Paulo, os manifestantes que podam o direito de ir e vir das pessoas. "O direito de manifestação pública é limitado por regras que impedem a anulação do direito de circulação das pessoas", escreve.

Ele ironiza a fala da presidente Dilma Rousseff, que usou a palavra "baderna" para defender que usará o Exército a fim de defender a "imagem do Brasil" durante a Copa, mas não pelos "desprezíveis direitos das pessoas".

"Nos 30 dias da competição, a 'imagem do Brasil' brilhará sobre um pano de fundo verde-oliva. Depois, tudo volta ao 'norma'", conclui. Leia aqui a íntegra do texto.

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