Matéria da própria Globo prova que Moro atropelou prazo legal

"Prazo de Lula para último recurso na segunda instância termina no dia 10, informa TRF-4. Até lá, ele não deve ser preso", diz o título da reportagem do portal G1, da Globo, publicada nesta quinta-feira pela manhã, antes da determinação de Sergio Moro para que Lula seja preso

"Prazo de Lula para último recurso na segunda instância termina no dia 10, informa TRF-4. Até lá, ele não deve ser preso", diz o título da reportagem do portal G1, da Globo, publicada nesta quinta-feira pela manhã, antes da determinação de Sergio Moro para que Lula seja preso
"Prazo de Lula para último recurso na segunda instância termina no dia 10, informa TRF-4. Até lá, ele não deve ser preso", diz o título da reportagem do portal G1, da Globo, publicada nesta quinta-feira pela manhã, antes da determinação de Sergio Moro para que Lula seja preso (Foto: Gisele Federicce)

247 - Uma reportagem publicada pela própria Globo prova que Sergio Moro atropelou o prazo legal para mandar prender o ex-presidente Lula. "Prazo de Lula para último recurso na segunda instância termina no dia 10, informa TRF-4. Até lá, ele não deve ser preso", diz o título da matéria do portal G1 publicada na manhã desta quinta-feira 5.

Diz um trecho da reportagem:

Os advogados de Luiz Inácio Lula da Silva têm até o dia 10 para apresentar ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) a última possibilidade de recurso do ex-presidente na segunda instância antes que ele possa ser preso. A informação é do TRF-4.

Depois de esgotada a tramitação do processo no TRF-4, o tribunal enviará um ofício comunicando a decisão ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal e que condenou Lula no processo do triplex.


A ordem de prisão de Moro veio por volta das 18h, poucos minutos depois de um ofício ser expedido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) autorizando a prisão. O documento do TRF-4 contrariou decisão do próprio tribunal de Porto Alegre, que havia concluído que a execução da pena só poderia ocorrer após a conclusão dos embargos na segunda instância, o que ainda não ocorreu.

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