Mello Franco contesta bispo na Ciência

"A escolha de um bispo para cuidar da ciência indica que a promessa de um "ministério de notáveis" não passou de propaganda enganosa do novo regime. Além disso, serve de mau presságio: tempos ainda mais obscuros podem estar por vir", diz o colunista Bernardo Mello Franco sobre a decisão de Michel Temer de oferecer a pasta da ciência a um bispo da Igreja Universal, "que prega o ensino do criacionismo e nega a teoria da evolução"; a cadeira foi prometida a Marcos Pereira, presidente nacional do PRB, que era aliado de Dilma, mas mudou de lado às vésperas do impeachment

"A escolha de um bispo para cuidar da ciência indica que a promessa de um "ministério de notáveis" não passou de propaganda enganosa do novo regime. Além disso, serve de mau presságio: tempos ainda mais obscuros podem estar por vir", diz o colunista Bernardo Mello Franco sobre a decisão de Michel Temer de oferecer a pasta da ciência a um bispo da Igreja Universal, "que prega o ensino do criacionismo e nega a teoria da evolução"; a cadeira foi prometida a Marcos Pereira, presidente nacional do PRB, que era aliado de Dilma, mas mudou de lado às vésperas do impeachment
"A escolha de um bispo para cuidar da ciência indica que a promessa de um "ministério de notáveis" não passou de propaganda enganosa do novo regime. Além disso, serve de mau presságio: tempos ainda mais obscuros podem estar por vir", diz o colunista Bernardo Mello Franco sobre a decisão de Michel Temer de oferecer a pasta da ciência a um bispo da Igreja Universal, "que prega o ensino do criacionismo e nega a teoria da evolução"; a cadeira foi prometida a Marcos Pereira, presidente nacional do PRB, que era aliado de Dilma, mas mudou de lado às vésperas do impeachment (Foto: Roberta Namour)
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247 – O colunista Bernardo Mello Franco criticou a decisão do Michel Temer de oferecer a pasta da ciência a um bispo da Igreja Universal, "que prega o ensino do criacionismo e nega a teoria da evolução".

A cadeira foi prometida a Marcos Pereira, presidente nacional do PRB, com o objetivo de garantir o apoio da igreja e de seu partido, que tem 22 deputados e um senador. O PRB era aliado de Dilma, mas mudou de lado às vésperas do impeachment.

"A escolha de um bispo para cuidar da ciência indica que a promessa de um "ministério de notáveis" não passou de propaganda enganosa do novo regime. Além disso, serve de mau presságio: tempos ainda mais obscuros podem estar por vir", diz (leia aqui).

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