Mello Franco: em vez de antigrampo, era melhor Temer parar de dizer o que não pode ser gravado

"Ao comprar um misturador de vozes, Temer tirou o sofá da sala. Era melhor parar de dizer o que não pode ser gravado", afirma o jornalista; colunista lembra que "o uso do aparelho antigrampo contraria o discurso do presidente. Em novembro, ele disse que mandaria o GSI gravar suas conversas"

"Ao comprar um misturador de vozes, Temer tirou o sofá da sala. Era melhor parar de dizer o que não pode ser gravado", afirma o jornalista; colunista lembra que "o uso do aparelho antigrampo contraria o discurso do presidente. Em novembro, ele disse que mandaria o GSI gravar suas conversas"
"Ao comprar um misturador de vozes, Temer tirou o sofá da sala. Era melhor parar de dizer o que não pode ser gravado", afirma o jornalista; colunista lembra que "o uso do aparelho antigrampo contraria o discurso do presidente. Em novembro, ele disse que mandaria o GSI gravar suas conversas" (Foto: Gisele Federicce)

247 - "Ao comprar um misturador de vozes, Temer tirou o sofá da sala", afirma o colunista da Folha Bernardo Mello Franco, lembrando da anedota de quando "o sujeito abre a porta de casa e encontra a mulher (ou o marido) com o vizinho no sofá. No dia seguinte, resolve tomar uma providência: tira o sofá da sala".

"Era melhor parar de dizer o que não pode ser gravado", diz o jornalista. Ele lembra que "o uso do aparelho antigrampo contraria o discurso do presidente", que em novembro, "disse que mandaria o GSI gravar suas conversas".

"O GSI existe para garantir a segurança da Presidência, não para encobrir as práticas de quem ocupa o cargo. Se Temer quer evitar novas gravações constrangedoras, bastaria não dizer nada que possa ser usado contra ele na Justiça. Apelar ao misturador de vozes é o mesmo que tirar o sofá da sala —ou do gabinete", ressalta.

Leia aqui a íntegra.

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