Merval já vê sinais de acordo no TCU

“Há, cruzando os céus de Brasília, vários sinais de que o governo Dilma está conseguindo, por pressões e arranjos políticos de diversas qualidades, neutralizar a tendência de órgãos de controle como Tribunal de Contas da União e Tribunal Superior Eleitoral de rejeitar as contas do último ano de seu 1 º mandato, ou impugnar a chapa eleita em 2014 por diversas irregularidades”, diz o colunista Merval Pereira

“Há, cruzando os céus de Brasília, vários sinais de que o governo Dilma está conseguindo, por pressões e arranjos políticos de diversas qualidades, neutralizar a tendência de órgãos de controle como Tribunal de Contas da União e Tribunal Superior Eleitoral de rejeitar as contas do último ano de seu 1 º mandato, ou impugnar a chapa eleita em 2014 por diversas irregularidades”, diz o colunista Merval Pereira
“Há, cruzando os céus de Brasília, vários sinais de que o governo Dilma está conseguindo, por pressões e arranjos políticos de diversas qualidades, neutralizar a tendência de órgãos de controle como Tribunal de Contas da União e Tribunal Superior Eleitoral de rejeitar as contas do último ano de seu 1 º mandato, ou impugnar a chapa eleita em 2014 por diversas irregularidades”, diz o colunista Merval Pereira (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para o colunista Merval Pereira, já há sinais de acordo no TCU com o governo Dilma: “Há, cruzando os céus de Brasília, vários sinais de que o governo Dilma está conseguindo, por pressões e arranjos políticos de diversas qualidades, neutralizar a tendência de órgãos de controle como Tribunal de Contas da União e Tribunal Superior Eleitoral de rejeitar as contas do último ano de seu 1 º mandato, ou impugnar a chapa eleita em 2014 por diversas irregularidades”.

Ele ressaltou ainda que ontem, na sessão do TSE que analisava um dos processos sobre as contas da chapa governista na campanha de 2014, Luiz Fux pediu vistas, interrompendo a tramitação do processo por tempo indeterminado; e que o ministro Barroso, do STF, deu decisão que favorece Dilma fazendo com que a análise de suas contas seja menos controlada por Cunha (leia mais).

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