Mesmo interino, Temer tentará matar TV Brasil

Sem legitimidade das urnas e sem ter sido nem mesmo confirmado presidente em definitivo após o processo de impeachment, que a cada que passa se consolida no imaginário nacional como golpe parlamentar para proteger políticos corruptos, Temer pretende avançar no projeto de destruir a comunicação pública no Brasil; ele enviará ao Congresso um projeto de lei reduzindo a atuação da EBC e fechando a TV Brasil

Sem legitimidade das urnas e sem ter sido nem mesmo confirmado presidente em definitivo após o processo de impeachment, que a cada que passa se consolida no imaginário nacional como golpe parlamentar para proteger políticos corruptos, Temer pretende avançar no projeto de destruir a comunicação pública no Brasil; ele enviará ao Congresso um projeto de lei reduzindo a atuação da EBC e fechando a TV Brasil
Sem legitimidade das urnas e sem ter sido nem mesmo confirmado presidente em definitivo após o processo de impeachment, que a cada que passa se consolida no imaginário nacional como golpe parlamentar para proteger políticos corruptos, Temer pretende avançar no projeto de destruir a comunicação pública no Brasil; ele enviará ao Congresso um projeto de lei reduzindo a atuação da EBC e fechando a TV Brasil (Foto: Roberta Namour)

247 – Mesmo sem a legitimidade das urnas e sem ter sido nem mesmo confirmado presidente em definitivo após o processo de impeachment, que a cada que passa se consolida no imaginário nacional como golpe parlamentar para proteger políticos corruptos, Michel Temer pretende avançar no projeto de destruir a comunicação pública no Brasil.

Ele enviará ao Congresso um projeto de lei reduzindo a atuação da EBC e fechando a TV Brasil. Companhia se concentraria em agência de notícias, produção independente de conteúdo, monitoramento de mídia e o portal.

Segundo reportagem de Julio Wiziack, a mudança permitirá o fim do conselho curador, grupo formado por 22 integrantes com mandatos de dois anos que tomam as decisões mais importantes da companhia. Também está previsto o fim do mandato para o presidente, que poderá ser destituído a qualquer momento.

Caso essas medidas sejam aprovadas, o atual presidente da EBC, Ricardo Melo, indicado pela presidente afastada Dilma Rousseff e que obteve liminar do STF para seguir no comando, deixará o cargo definitivamente (leia aqui).

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