Miriam Leitão pressiona pela saída de Cunha

“O presidente da Câmara, diante dos olhos da Nação, está interferindo há seis meses nos trabalhos do Conselho de Ética que tenta julgá-lo. E não há nada que se possa fazer. Enquanto durar o afastamento da presidente Dilma, o país terá um presidente com o qual nada poderá acontecer, do contrário teremos que viver o inadmissível que é ter Eduardo Cunha na Presidência”, diz a colunista Miriam Leitão

“O presidente da Câmara, diante dos olhos da Nação, está interferindo há seis meses nos trabalhos do Conselho de Ética que tenta julgá-lo. E não há nada que se possa fazer. Enquanto durar o afastamento da presidente Dilma, o país terá um presidente com o qual nada poderá acontecer, do contrário teremos que viver o inadmissível que é ter Eduardo Cunha na Presidência”, diz a colunista Miriam Leitão
“O presidente da Câmara, diante dos olhos da Nação, está interferindo há seis meses nos trabalhos do Conselho de Ética que tenta julgá-lo. E não há nada que se possa fazer. Enquanto durar o afastamento da presidente Dilma, o país terá um presidente com o qual nada poderá acontecer, do contrário teremos que viver o inadmissível que é ter Eduardo Cunha na Presidência”, diz a colunista Miriam Leitão (Foto: Roberta Namour)
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247 – A colunista Miriam Leitão pressiona o STF pela saída de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara:

“O presidente da Câmara, diante dos olhos da Nação, está interferindo há seis meses nos trabalhos do Conselho de Ética que tenta julgá-lo. E não há nada que se possa fazer. Enquanto durar o afastamento da presidente Dilma, o país terá um presidente com o qual nada poderá acontecer, do contrário teremos que viver o inadmissível que é ter Eduardo Cunha na Presidência”, diz.

Segundo ela, o ideal é que o STF esclareça antes de a eventualidade se colocar para o país, para não ter que deliberar em cima de alguma emergência. “O país precisa saber qual é a proteção que tem contra políticos que estão, ao mesmo tempo, na linha sucessória e no meio das investigações do maior escândalo de corrupção da história”.

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