Miriam Leitão: Temer e Dilma são inseparáveis

Em sua coluna nesta sexta-feira, Miriam Leitão reafirmou a inseparabilidade das contas da chapa de 2014; "Os dois, Dilma e Temer, são inseparáveis neste ponto. Vieram do mesmo rio, foram águas misturadas. Brigaram depois, se separaram e tomaram cursos distintos, mas é o mesmo rio de origem. O fato de o presidente estar ameaçado por uma ação proposta por seu aliado tucano é apenas mais um exemplo do caprichoso enredo da política brasileira. O PSDB pode até estar arrependido a esta altura, mas a Justiça Eleitoral tem que continuar a análise e julgar diante das evidências e provas daquela campanha em tudo condenável", escreve

Em sua coluna nesta sexta-feira, Miriam Leitão reafirmou a inseparabilidade das contas da chapa de 2014; "Os dois, Dilma e Temer, são inseparáveis neste ponto. Vieram do mesmo rio, foram águas misturadas. Brigaram depois, se separaram e tomaram cursos distintos, mas é o mesmo rio de origem. O fato de o presidente estar ameaçado por uma ação proposta por seu aliado tucano é apenas mais um exemplo do caprichoso enredo da política brasileira. O PSDB pode até estar arrependido a esta altura, mas a Justiça Eleitoral tem que continuar a análise e julgar diante das evidências e provas daquela campanha em tudo condenável", escreve
Em sua coluna nesta sexta-feira, Miriam Leitão reafirmou a inseparabilidade das contas da chapa de 2014; "Os dois, Dilma e Temer, são inseparáveis neste ponto. Vieram do mesmo rio, foram águas misturadas. Brigaram depois, se separaram e tomaram cursos distintos, mas é o mesmo rio de origem. O fato de o presidente estar ameaçado por uma ação proposta por seu aliado tucano é apenas mais um exemplo do caprichoso enredo da política brasileira. O PSDB pode até estar arrependido a esta altura, mas a Justiça Eleitoral tem que continuar a análise e julgar diante das evidências e provas daquela campanha em tudo condenável", escreve (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Em sua coluna nesta sexta-feira, Miriam Leitão reafirmou a inseparabilidade das contas da chapa de 2014. "Os dois, Dilma e Temer, são inseparáveis neste ponto. Vieram do mesmo rio, foram águas misturadas. Brigaram depois, se separaram e tomaram cursos distintos, mas é o mesmo rio de origem. O fato de o presidente estar ameaçado por uma ação proposta por seu aliado tucano é apenas mais um exemplo do caprichoso enredo da política brasileira. O PSDB pode até estar arrependido a esta altura, mas a Justiça Eleitoral tem que continuar a análise e julgar diante das evidências e provas daquela campanha em tudo condenável", escreve.

"Sobre o governo Temer pairam, além da ação do TSE, as decisões que o procurador-geral da República tomará sobre todo o mar de informações que tem em cima de sua mesa e que vieram das delações da Odebrecht.

O país anda em terreno instável. Os tremores vêm da mais importante travessia que o Brasil está fazendo: o combate à corrupção. Ele cobra preços altos, mas vale a pena pagar porque a chance de ouro que o país tem no momento é de mudar radicalmente a maneira como se organizaram as relações entre o setor privado e o setor público.

Recentemente numa entrevista o advogado Theo Dias, que negociou a delação da Odebrecht, disse que colaboração premiada é como uma rendição. Quem se rende é porque se sente cercado, sem possibilidade de fuga ou defesa, dominado pelo adversário. No caso, o adversário é o Direito, a Justiça, portanto, esse ato de rendição é uma excelente notícia para o país. A Justiça tem ido mais longe do que a maioria dos brasileiros esperava e precisa continuar no seu projeto."

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