Nelson Motta adere à tese de novas eleições gerais

"No ponto em que estamos, nem novas eleições presidenciais são suficientes. Só eleições gerais, para a Câmara e o Senado, podem dar alguma esperança de saneamento e renovação, como uma Constituinte para as reformas políticas que precisamos. Mas não com esses que estão aí, que usam o mandato para atrapalhar a Lava-Jato e para manter os seus privilégios, delinquências e impunidades. Eles não vão se suicidar pelo Brasil", diz o colunista Nelson Motta 

"No ponto em que estamos, nem novas eleições presidenciais são suficientes. Só eleições gerais, para a Câmara e o Senado, podem dar alguma esperança de saneamento e renovação, como uma Constituinte para as reformas políticas que precisamos. Mas não com esses que estão aí, que usam o mandato para atrapalhar a Lava-Jato e para manter os seus privilégios, delinquências e impunidades. Eles não vão se suicidar pelo Brasil", diz o colunista Nelson Motta 
"No ponto em que estamos, nem novas eleições presidenciais são suficientes. Só eleições gerais, para a Câmara e o Senado, podem dar alguma esperança de saneamento e renovação, como uma Constituinte para as reformas políticas que precisamos. Mas não com esses que estão aí, que usam o mandato para atrapalhar a Lava-Jato e para manter os seus privilégios, delinquências e impunidades. Eles não vão se suicidar pelo Brasil", diz o colunista Nelson Motta  (Foto: Roberta Namour)

247 - O colunista Nelson Motta também defendeu a tese da convocação de eleições gerais: "São centenas de parlamentares, de todos os partidos, empresários, funcionários, roubando para fraudar eleições e para enriquecer. E ainda nem começou a devassa no Dnit, em Furnas, na Eletrobras, que, diz o delator Sérgio Machado, são muito mais corruptas e vulneráveis do que a Petrobras. E ainda não se sabe nada da delação de Marcelo Odebrecht e, quem sabe, de Eduardo Cunha", diz.

"No ponto em que estamos, nem novas eleições presidenciais são suficientes. Só eleições gerais, para a Câmara e o Senado, podem dar alguma esperança de saneamento e renovação, como uma Constituinte para as reformas políticas que precisamos. Mas não com esses que estão aí, que usam o mandato para atrapalhar a Lava-Jato e para manter os seus privilégios, delinquências e impunidades. Eles não vão se suicidar pelo Brasil", afirma.

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