Noblat defende a humilhação dos pobres pelos militares

Jornalista Ricardo Noblat criticou o fato de a Defensoria Pública do Rio de Janeiro informar que vai  requerer informações às Forças Armadas pelas fotos de moradores da Vila Kennedy, na zona oeste, feitas por militares  no Rio; "O mundo está repleto de câmeras que filmam todo mundo. Ninguém reclama. Satélites são capazes de fotografar a placa de um carro. Ninguém reclama", escreveu o jornalista; para o defensor público Daniel Lozoya, do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, a prática remete a uma Ditadura Militar

Jornalista Ricardo Noblat criticou o fato de a Defensoria Pública do Rio de Janeiro informar que vai  requerer informações às Forças Armadas pelas fotos de moradores da Vila Kennedy, na zona oeste, feitas por militares  no Rio; "O mundo está repleto de câmeras que filmam todo mundo. Ninguém reclama. Satélites são capazes de fotografar a placa de um carro. Ninguém reclama", escreveu o jornalista; para o defensor público Daniel Lozoya, do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, a prática remete a uma Ditadura Militar
Jornalista Ricardo Noblat criticou o fato de a Defensoria Pública do Rio de Janeiro informar que vai  requerer informações às Forças Armadas pelas fotos de moradores da Vila Kennedy, na zona oeste, feitas por militares  no Rio; "O mundo está repleto de câmeras que filmam todo mundo. Ninguém reclama. Satélites são capazes de fotografar a placa de um carro. Ninguém reclama", escreveu o jornalista; para o defensor público Daniel Lozoya, do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, a prática remete a uma Ditadura Militar (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - Jornalista Ricardo Noblat criticou o fato de a Defensoria Pública do Rio de Janeiro informar que vai  requerer informações às Forças Armadas pelas fotos de moradores da Vila Kennedy, na zona oeste, feitas por militares na operação desta sexta-feira, 23.

"O mundo está repleto de câmeras que filmam todo mundo. Ninguém reclama. Satélites são capazes de fotografar a placa de um carro. Ninguém reclama", escreveu o jornalista em sua conta no Twitter.

De acordo com o defensor público Daniel Lozoya, do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, ninguém deveria ser fotografado após apresentar o documento de identificação civil. Segundo o Estadão, ele disse, ainda, que a prática parece com a Ditadura Militar. 

“em de haver transparência. Para onde estão sendo mandadas essas imagens? Isto remonta a práticas antigas, da ditadura. O cidadão não é obrigado a aceitar. Mas tem medo de negar, diante de militares armados de fuzil. Se mostra a identificação civil, não tem que ser fotografado”.

 

 

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