Precipitado, Noblat comemora a morte de Lula

Para o jornalista Ricardo Noblat, a delação do ex-ministro Antonio Palocci afirmando que Lula teria feito um "pacto de sangue" com a Odebrecht para beneficiar o PT com R$ 300 milhões oriundos de propinas, "parece destinada a passar à História como a que selou o destino do mais popular e carismático líder político brasileiro desde Getúlio Vargas"; segundo ele, "resta  ao PT procurar outro candidato para disputar a vaga de Michel Temer no próximo ano. Game over. Fim de jogo", decreta

Para o jornalista Ricardo Noblat, a delação do ex-ministro Antonio Palocci afirmando que Lula teria feito um "pacto de sangue" com a Odebrecht para beneficiar o PT com R$ 300 milhões oriundos de propinas, "parece destinada a passar à História como a que selou o destino do mais popular e carismático líder político brasileiro desde Getúlio Vargas"; segundo ele, "resta  ao PT procurar outro candidato para disputar a vaga de Michel Temer no próximo ano. Game over. Fim de jogo", decreta
Para o jornalista Ricardo Noblat, a delação do ex-ministro Antonio Palocci afirmando que Lula teria feito um "pacto de sangue" com a Odebrecht para beneficiar o PT com R$ 300 milhões oriundos de propinas, "parece destinada a passar à História como a que selou o destino do mais popular e carismático líder político brasileiro desde Getúlio Vargas"; segundo ele, "resta  ao PT procurar outro candidato para disputar a vaga de Michel Temer no próximo ano. Game over. Fim de jogo", decreta (Foto: Paulo Emílio)

247 - Para o jornalista Ricardo Noblat, a delação do ex-ministro Antonio Palocci afirmando que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria feito um "pacto de sangue" com a empreiteira Odebrecht para beneficiar o PT com R$ 300 milhões oriundos de propinas, realizada nesta quarta-feira (6), "parece destinado a passar à História como o que selou o destino do mais popular e carismático líder político brasileiro desde Getúlio Vargas, o presidente que se matou com um tiro no peito para não ser derrubado".

Segundo Noblat, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disparou 'uma flecha" contra Lula e Dilma, "essa por conta da manobra que tornaria Lula chefe da Casa Civil do governo Dilma". "Como ministro, Lula só poderia ser processado pelo Supremo Tribunal Federal. Escaparia de Curitiba", destaca.

"Destaque-se que o depoimento de Palocci a Moro não fez parte de nenhuma delação premiada, porque delação ainda não há. Certamente Palocci guardou revelações inéditas para oferecer mais tarde em troca do prêmio por delatar", afirma.

"A Lula e aos seus advogados, resta esgrimir com o falso argumento de que Palocci mentiu para livrar-se de muitos anos de cadeia. Ao PT, procurar outro candidato para disputar a vaga de Michel Temer no próximo ano. Game over. Fim de jogo", decreta o jornalista.

 

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