Redes sociais passam mídia tradicional como fonte política

Colunista José Roberto de Toledo analisa as características da campanha das próximas eleições municipais, que será mais curta, não terá financiamento empresarial, e no meio de uma recessão econômica e de uma crise política "interminável"; Toledo crê que a campanha de 2016 será "dissimulada, negativa e móvel", citando pesquisa do Ibope que mostra que 51% dos eleitores recebe notícias sobre política pelas redes sociais, seja através do Facebook, Twitter ou Whatsapp

Colunista José Roberto de Toledo analisa as características da campanha das próximas eleições municipais, que será mais curta, não terá financiamento empresarial, e no meio de uma recessão econômica e de uma crise política "interminável"; Toledo crê que a campanha de 2016 será "dissimulada, negativa e móvel", citando pesquisa do Ibope que mostra que 51% dos eleitores recebe notícias sobre política pelas redes sociais, seja através do Facebook, Twitter ou Whatsapp
Colunista José Roberto de Toledo analisa as características da campanha das próximas eleições municipais, que será mais curta, não terá financiamento empresarial, e no meio de uma recessão econômica e de uma crise política "interminável"; Toledo crê que a campanha de 2016 será "dissimulada, negativa e móvel", citando pesquisa do Ibope que mostra que 51% dos eleitores recebe notícias sobre política pelas redes sociais, seja através do Facebook, Twitter ou Whatsapp (Foto: Aquiles Lins)

Jornal GGN - José Roberto de Toledo, no Estadão, analisa as características da campanha das próximas eleições municipais, que será mais curta, não terá financiamento empresarial, e no meio de uma recessão econômica e de uma crise política "interminável".

Toledo crê que a campanha de 2016 será "dissimulada, negativa e móvel", citando pesquisa do Ibope que mostra que maioria dos eleitores (51%) recebe notícias sobre política pelas redes sociais, seja através do Facebook, Twitter ou Whatsapp . Os candidatos a prefeito deverão decidar um esforço inédito para a campanha via telefone celular, prevê Toledo, afirmando que a campanha móvel, ao contrário do horário eleitoral na TV, tem mensagens customizadas, mais frequentes que a televisão e é muito mais difícil de ser monitorada.

O colunista também ressalta que a proibição das doações empresariais vai estimular a propaganda "disfarçada na forma e com sujeito oculto", pontuando que o tipo de publicidade que funciona nas rede sociais é a negativa. Ele cita novamente a pesquisa do Ibope, que revela que 56% dos eleitores dizem que mudou para pior a imagem a respeito de políticos e partidos em razão das informações recebidas pelas redes sociais.

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