Reinaldo compra briga com procurador da Lava Jato e critica suas diárias

Jornalista Reinaldo Azevedo criticou o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos coordenadores da Lava Jato, por ter recebido R$ 137 mil em diárias, fora os demais auxílios, em 2016;"Trago esses números no esforço de que esses procuradores sejam vistos por aquilo que são: funcionários que ganham os maiores salários da República, que recebem privilégios só equiparáveis àqueles de que dispõem os juízes e que não têm razão nenhuma para posar como os heróis sem interesses ou os mártires da República", diz Reinaldo

Jornalista Reinaldo Azevedo criticou o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos coordenadores da Lava Jato, por ter recebido R$ 137 mil em diárias, fora os demais auxílios, em 2016;"Trago esses números no esforço de que esses procuradores sejam vistos por aquilo que são: funcionários que ganham os maiores salários da República, que recebem privilégios só equiparáveis àqueles de que dispõem os juízes e que não têm razão nenhuma para posar como os heróis sem interesses ou os mártires da República", diz Reinaldo
Jornalista Reinaldo Azevedo criticou o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos coordenadores da Lava Jato, por ter recebido R$ 137 mil em diárias, fora os demais auxílios, em 2016;"Trago esses números no esforço de que esses procuradores sejam vistos por aquilo que são: funcionários que ganham os maiores salários da República, que recebem privilégios só equiparáveis àqueles de que dispõem os juízes e que não têm razão nenhuma para posar como os heróis sem interesses ou os mártires da República", diz Reinaldo (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Reinaldo Azevedo, um dos porta-vozes do neoconservadorismo na mídia, criticou o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos coordenadores da operação Lava Jato no Ministério Público Federal, pelo valor de diárias recebidas pelo procurador. 

Reinaldo publicou em seu blog uma tabela que mostra pagamento de diárias de R$ 137 mil a Carlos Fernando Lima. "Aacho importante que todos saibam quem ele é. E gente a sustentar que a sua atuação no escândalo do Banestado precisa ser revisitada. Faça-o quem dispuser de tempo. Trago esses números — especialmente o ganho em diárias em razão da Lava Jato — no esforço de que esses procuradores sejam vistos por aquilo que são: funcionários que ganham os maiores salários da República, que recebem privilégios só equiparáveis àqueles de que dispõem os juízes e que não têm razão nenhuma para posar como os heróis sem interesses ou os mártires da República", diz Reinaldo. 

"Quem sabe Carlos Fernando passe a ser um pouco mais contido na hora de enfiar o dedo na cara de políticos e, lembre-se, até da futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge", diz o jornalista. 

Leia na íntegra o texto de Reinaldo Azevedo. 

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