Ricardo Melo critica a "inapetência" do PT

Colunista Ricardo Melo cita a batalha pela ciclovia do governo de Fernando Haddad em São Paulo: “transformar isto em bandeira de governo numa capital de tamanhas carências revela, como diria o povo, falta de senso de noção”; no plano federal, diz que, além do caso Petrobras, o partido submete-se a um papel secundário, de coadjuvante, também frente a escândalos como a lista do HSBC e a recente Operação Zelotes

Colunista Ricardo Melo cita a batalha pela ciclovia do governo de Fernando Haddad em São Paulo: “transformar isto em bandeira de governo numa capital de tamanhas carências revela, como diria o povo, falta de senso de noção”; no plano federal, diz que, além do caso Petrobras, o partido submete-se a um papel secundário, de coadjuvante, também frente a escândalos como a lista do HSBC e a recente Operação Zelotes
Colunista Ricardo Melo cita a batalha pela ciclovia do governo de Fernando Haddad em São Paulo: “transformar isto em bandeira de governo numa capital de tamanhas carências revela, como diria o povo, falta de senso de noção”; no plano federal, diz que, além do caso Petrobras, o partido submete-se a um papel secundário, de coadjuvante, também frente a escândalos como a lista do HSBC e a recente Operação Zelotes (Foto: Roberta Namour)

247 – Para o colunista Ricardo Melo, o grande dilema do PT é de conteúdo, não de forma. “Concebido como representante de trabalhadores, o PT pouco a pouco tem abandonado sua essência. De bancário, arrisca-se a virar banqueiro, a ponto de hoje ocupar as manchetes como paladino do superávit primário, do corte de benefícios sociais, do encolhimento de recursos para a educação”.

Ele vê a “inapetência do PT”. No caso da capital paulista, diz que, enquanto São Paulo sofre com a falta d'água, vive uma epidemia de dengue e assiste a uma nova greve de professores, prefeito Fernando Haddad trava uma batalha pelas ciclovias: “transformar isto em bandeira de governo numa capital de tamanhas carências revela, como diria o povo, falta de senso de noção”.

No plano federal, diz que, além do caso Petrobras, o partido submete-se a um papel secundário, de coadjuvante, também frente a escândalos como a lista do HSBC e a recente Operação Zelotes (leia mais).

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