Ricardo Teixeira negocia delação e apavora Globo

Acusada por um delator argentino de pagar propina por direitos de transmissão no futebol, a Globo também acompanha com apreensão os desdobramentos de outro possível acordo de delação que deverá detalhar em minúcias a sua participação no esquema de corrupção; trata-se da delação que o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira trata fechar com o Departamento de Justiça dos EUA; além dos americanos, Teixeira, que presidiu a CBF entre 1989 e 2012, tem contra si investigação e ordem de prisão da justiça espanhola; ele é acusado de formar uma “organização criminosa” com Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona, e com isso lavar dinheiro em comissões ilícitas de amistosos da seleção brasileira, cujos direitos de transmissão são de exclusividade da Globo há anos  

Acusada por um delator argentino de pagar propina por direitos de transmissão no futebol, a Globo também acompanha com apreensão os desdobramentos de outro possível acordo de delação que deverá detalhar em minúcias a sua participação no esquema de corrupção; trata-se da delação que o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira trata fechar com o Departamento de Justiça dos EUA; além dos americanos, Teixeira, que presidiu a CBF entre 1989 e 2012, tem contra si investigação e ordem de prisão da justiça espanhola; ele é acusado de formar uma “organização criminosa” com Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona, e com isso lavar dinheiro em comissões ilícitas de amistosos da seleção brasileira, cujos direitos de transmissão são de exclusividade da Globo há anos
 
Acusada por um delator argentino de pagar propina por direitos de transmissão no futebol, a Globo também acompanha com apreensão os desdobramentos de outro possível acordo de delação que deverá detalhar em minúcias a sua participação no esquema de corrupção; trata-se da delação que o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira trata fechar com o Departamento de Justiça dos EUA; além dos americanos, Teixeira, que presidiu a CBF entre 1989 e 2012, tem contra si investigação e ordem de prisão da justiça espanhola; ele é acusado de formar uma “organização criminosa” com Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona, e com isso lavar dinheiro em comissões ilícitas de amistosos da seleção brasileira, cujos direitos de transmissão são de exclusividade da Globo há anos   (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Acusada por um delator argentino de pagar propina por direitos de transmissão no futebol, a Globo também acompanha com apreensão os desdobramentos de outro possível acordo de delação que deverá detalhar em minúcias a sua participação no esquema de corrupção.

Trata-se da delação que o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira trata com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Em maio de 2015, o FBI e a Procuradoria Geral dos EUA iniciaram uma longa investigação sobre a Fifa e Ricardo Teixeira foi um dos nomes acusados de abuso de poder contínuo. Além dele, o seu sucessor na CBF, Marco Polo Del Nero, também está sob investigação dos americanos e ambos evitam sair do país.

No início de 2017, o nome do cartola foi citado pelo ex-presidente da Conmebol, o uruguaio Eugenio Figueiredo, que revelou à polícia americana que Teixeira era o líder da divisão de propinas no futebol da América do Sul.

Ricardo Teixeira, que presidiu a CBF entre 1989 e 2012, tem contra si ordem de prisão da justiça espanhola. Ele é acusado de formar uma “organização criminosa” com Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona, e com isso lavar dinheiro em comissões ilícitas de amistosos da seleção brasileira. Rosell foi preso no mês de junho.

 

 

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