Sardenberg critica juízes fora da lei e acima do teto

"Ao anunciar o novo pacote de combate ao déficit das contas públicas, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que seria introduzida uma regra para fazer valer o teto salarial. Perceberam o absurdo? A regra do teto já existe e é mais que isso, é uma norma constitucional, a maior das leis. Simplesmente não é cumprida", critica o colunista; "E ainda é mais descumprida pelos servidores cuja função é zelar pelo cumprimento da lei — procuradores e juízes", completa

"Ao anunciar o novo pacote de combate ao déficit das contas públicas, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que seria introduzida uma regra para fazer valer o teto salarial. Perceberam o absurdo? A regra do teto já existe e é mais que isso, é uma norma constitucional, a maior das leis. Simplesmente não é cumprida", critica o colunista; "E ainda é mais descumprida pelos servidores cuja função é zelar pelo cumprimento da lei — procuradores e juízes", completa
"Ao anunciar o novo pacote de combate ao déficit das contas públicas, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que seria introduzida uma regra para fazer valer o teto salarial. Perceberam o absurdo? A regra do teto já existe e é mais que isso, é uma norma constitucional, a maior das leis. Simplesmente não é cumprida", critica o colunista; "E ainda é mais descumprida pelos servidores cuja função é zelar pelo cumprimento da lei — procuradores e juízes", completa (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O jornalista Carlos Alberto Sardenberg faz duras críticas em sua coluna desta quinta-feira 17 sobre o não cumprimento da lei que determina que nenhum servidor pode hoje ganhar mais que os R$ 33.700 do ministro do STF.

Ele lembra o caso do juiz Mirko Vincenzo Giannotte, de Sinop, Mato Grosso, que recebeu R$ 500 mil em agosto, numa bolada que incluiu salário, indenizações, vantagens e gratificações, e destacou que, se este mês foi uma exceção, "em julho, o rendimento, digamos, normal, foi de pouco mais de R$ 65 mil, duas vezes o teto".

"Ao anunciar o novo pacote de combate ao déficit das contas públicas, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que seria introduzida uma regra para fazer valer o teto salarial. Perceberam o absurdo? A regra do teto já existe e é mais que isso, é uma norma constitucional, a maior das leis. Simplesmente não é cumprida", critica o colunista.

"E ainda é mais descumprida pelos servidores cuja função é zelar pelo cumprimento da lei — procuradores e juízes", completa. Leia aqui a íntegra.

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