Tijolaço: a mídia começa a ocultar Bolsonaro, o filho do ódio

"Eu posso detestar Jair Bolsonaro. Posso achá-lo uma abjeção, um protofascista, um oportunista perigoso. E acho tudo isso e muito mais. Mas não posso, por isso, sonegar fatos e é um fato que não se noticiou a sua impugnação à pesquisa Datafolha, apresentada à Justiça", escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço; "Só se vai encontrar a informação em sites bolsonaristas, quando é um fato concreto, que envolve o candidato que todas as pesquisas indicam estar em segundo lugar nas intenções de voto"

"Eu posso detestar Jair Bolsonaro. Posso achá-lo uma abjeção, um protofascista, um oportunista perigoso. E acho tudo isso e muito mais. Mas não posso, por isso, sonegar fatos e é um fato que não se noticiou a sua impugnação à pesquisa Datafolha, apresentada à Justiça", escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço; "Só se vai encontrar a informação em sites bolsonaristas, quando é um fato concreto, que envolve o candidato que todas as pesquisas indicam estar em segundo lugar nas intenções de voto"
"Eu posso detestar Jair Bolsonaro. Posso achá-lo uma abjeção, um protofascista, um oportunista perigoso. E acho tudo isso e muito mais. Mas não posso, por isso, sonegar fatos e é um fato que não se noticiou a sua impugnação à pesquisa Datafolha, apresentada à Justiça", escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço; "Só se vai encontrar a informação em sites bolsonaristas, quando é um fato concreto, que envolve o candidato que todas as pesquisas indicam estar em segundo lugar nas intenções de voto" (Foto: Leonardo Lucena)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - Eu posso detestar Jair Bolsonaro. Posso achá-lo uma abjeção, um protofascista, um oportunista perigoso. E acho tudo isso e muito mais.

Mas não posso, por isso, sonegar fatos e é um fato que não se noticiou a sua impugnação à pesquisa Datafolha, apresentada à Justiça.

Só se vai encontrar a informação em sites bolsonaristas, quando é um fato concreto, que envolve o candidato que todas as pesquisas indicam estar em segundo lugar nas intenções de voto.

Será que, na metodologia entronizada pelo juiz Sérgio Moro, agora temos a informação que “não vem ao caso”?

O pedido de Bolsonaro não parece ter alguma chance de prosperar, mas é um ato político, sem dúvida alguma.

É comovente e inútil, agora, querer deter o processo que se pôs na rua, não apenas com ele, mas promovendo uma dúzia de energúmenos cujos argumentos são o ódio, o xingamento, os conceitos primários de que o Brasil, de 518 anos, é o que é por conta do “lulopetismo”.

Lamento, senhores, não será com isso que se deterá o monstro que criaram.

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