Tijolaço: Matar Fidel, a obsessão dos norte-americanos

"Imagine uma forma de matar alguém e está lá: contratar a máfia, colocar veneno numa roupa de mergulho – esporte que Fidel Gostava de praticar – e até "rechear" uma concha marinha com explosivos e colocar nos lugares onde ele costumava nadar. E até uma digna de James Bond: "uma caneta esferográfica com uma agulha hipodérmica capaz de injetar veneno no líder cubano". Fora, claro, rifles potentes e até a venda de peças para aviões da Cubana de Aviacción sabotadas, para ver se uma delas poderia derrubar um avião 'castrista'", escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço

"Imagine uma forma de matar alguém e está lá: contratar a máfia, colocar veneno numa roupa de mergulho – esporte que Fidel Gostava de praticar – e até "rechear" uma concha marinha com explosivos e colocar nos lugares onde ele costumava nadar. E até uma digna de James Bond: "uma caneta esferográfica com uma agulha hipodérmica capaz de injetar veneno no líder cubano". Fora, claro, rifles potentes e até a venda de peças para aviões da Cubana de Aviacción sabotadas, para ver se uma delas poderia derrubar um avião 'castrista'", escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço
"Imagine uma forma de matar alguém e está lá: contratar a máfia, colocar veneno numa roupa de mergulho – esporte que Fidel Gostava de praticar – e até "rechear" uma concha marinha com explosivos e colocar nos lugares onde ele costumava nadar. E até uma digna de James Bond: "uma caneta esferográfica com uma agulha hipodérmica capaz de injetar veneno no líder cubano". Fora, claro, rifles potentes e até a venda de peças para aviões da Cubana de Aviacción sabotadas, para ver se uma delas poderia derrubar um avião 'castrista'", escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço (Foto: Romulo Faro)

247 - "Imagine uma forma de matar alguém e está lá: contratar a máfia, colocar veneno numa roupa de mergulho – esporte que Fidel Gostava de praticar – e até "rechear" uma concha marinha com explosivos e colocar nos lugares onde ele costumava nadar. E até uma digna de James Bond: "uma caneta esferográfica com uma agulha hipodérmica capaz de injetar veneno no líder cubano". Fora, claro, rifles potentes e até a venda de peças para aviões da Cubana de Aviacción sabotadas, para ver se uma delas poderia derrubar um avião 'castrista'", escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço.

Ele analisa reportagem do jornal do Washington Post, que "colocou uma dúzia de repórteres e editores para examinar os 2.800 arquivos da era JFK liberados pela Casa Branca".

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