TSE barra candidatura de Garotinho, inimigo declarado da Globo

Depois de barrar a candidatura presidencial do ex-presidente Lula, que venceria a eleição presidencial em primeiro turno, o Tribunal Superior Eleitoral barrou, nesta manhã, a candidatura de outro inimigo declarado da Globo: o ex-governador Anthony Garotinho, que aparecia em segundo lugar na disputa para o governo do Rio de Janeiro e poderia enfrentar Eduardo Paes, do DEM, no segundo turno; agora, Paes deverá enfrentar Romário na segunda volta da disputa pelo Palácio Guanabara

TSE barra candidatura de Garotinho, inimigo declarado da Globo
TSE barra candidatura de Garotinho, inimigo declarado da Globo

Rio 247 – Depois de barrar a candidatura presidencial do ex-presidente Lula, que venceria a eleição presidencial em primeiro turno, o Tribunal Superior Eleitoral barrou, nesta manhã, a candidatura de outro inimigo declarado da Globo: o ex-governador Anthony Garotinho, que aparecia em segundo lugar na disputa para o governo do Rio de Janeiro e poderia enfrentar Eduardo Paes, do DEM, no segundo turno. Agora, Paes deverá enfrentar Romário na segunda volta da disputa pelo Palácio Guanabara.

Da Agência Sputnik – A maioria do Tribunal Superior Eleitoral decidiu barrar a candidatura de Anthony Garotinho ao governo do Rio nesta quinta-feira (27).

A maioria dos ministros do TSE foi favorável a barrar a candidatura de Anthony Garotinho por improbidade administrativa com base na Lei da Ficha Limpa, confirmando o indeferimento da candidatura do ex-governador pedido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) em 6 de setembro.

De acordo com o relator do recurso no TSE, o ministro Og Fernandes, a própria Justiça Eleitoral, com base no processo sobre a improbidade, pode concluir pela ocorrência de prejuízo aos cofres públicos e ato doloso de improbidade, outras condições para barrar um político com base na Ficha Limpa.
"Não há dúvida que a condenação atende aos requisitos de nossa jurisprudência", afirmou o relator.

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) confirmou a condenação de Garotinho por formação de quadrilha em um suposto esquema de corrupção envolvendo delegados acusados de receber propina para facilitar a exploração de jogos de azar no Rio, em 2008.

De acordo com a Lei da Ficha Limpa, políticos condenados criminalmente por um tribunal de segunda instância, como o TRF-2, não podem se candidatar.

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