Wilson Ferreira: Tuiuti foi uma bomba semiótica, que deve inspirar a esquerda

 O professor e jornalista Wilson Ferreira, editor do blog Cinegnose, concedeu uma entrevista exclusiva à TV 247, em que explicou a "bomba semiótica", da Tuiuti, que conseguiu decifrar e explicar o golpe de 2016 para milhões de pessoas, em seu desfile na Sapucaí. "A Tuiuti criou uma dissonância cognitiva. Ela criou ruído. Ela trolou aquele momento", afirma. "Uma das estratégicas anti-midiáticas deve ser a de guerrilha", afirma. Na sua visão, a nova forma de atuação das esquerdas deve também buscar uma ocupação semiótica, como foi demonstrado pela Tuiuti

 O professor e jornalista Wilson Ferreira, editor do blog Cinegnose, concedeu uma entrevista exclusiva à TV 247, em que explicou a "bomba semiótica", da Tuiuti, que conseguiu decifrar e explicar o golpe de 2016 para milhões de pessoas, em seu desfile na Sapucaí. "A Tuiuti criou uma dissonância cognitiva. Ela criou ruído. Ela trolou aquele momento", afirma. "Uma das estratégicas anti-midiáticas deve ser a de guerrilha", afirma. Na sua visão, a nova forma de atuação das esquerdas deve também buscar uma ocupação semiótica, como foi demonstrado pela Tuiuti
 O professor e jornalista Wilson Ferreira, editor do blog Cinegnose, concedeu uma entrevista exclusiva à TV 247, em que explicou a "bomba semiótica", da Tuiuti, que conseguiu decifrar e explicar o golpe de 2016 para milhões de pessoas, em seu desfile na Sapucaí. "A Tuiuti criou uma dissonância cognitiva. Ela criou ruído. Ela trolou aquele momento", afirma. "Uma das estratégicas anti-midiáticas deve ser a de guerrilha", afirma. Na sua visão, a nova forma de atuação das esquerdas deve também buscar uma ocupação semiótica, como foi demonstrado pela Tuiuti (Foto: Ana Pupulin)

247 – O professor e jornalista Wilson Ferreira, editor do blog Cinegnose, concedeu uma entrevista exclusiva à TV 247, em que explicou a "bomba semiótica", da Tuiuti, que conseguiu decifrar e explicar o golpe de 2016 para milhões de pessoas, em seu desfile na Sapucaí. "Desde 2013, o Brasil vem sofrendo o que muitos chamam de guerra híbrida, mas que eu defino como uma sequência de explosões de bombas semióticas", diz ele. A Tuiuti, segundo ele, conseguiu o mesmo efeito, agindo pela esquerda.

Ferreira explica a evolução da comunicação ao longo do tempo. No nazifascismo, prevaleceu a lógica de Goebbels, de que uma mentira repetida mil vezes se torna verdade. Depois, veio a era de ouro da publicidade, com a sedução e a persuasão. "Agora, estamos na era da comunicação viral", afirma. "O que a Tuiuti conseguiu foi definir o agendamento, com sua repercussão midiática."

Na entrevista, ele também destaca a diferença entre as narrativas da Beija-Flor, que comprou o discurso da Globo e da Lava Jato, e a da Tuiuti, que seguiu a trilha contra-hegemônica. "A Tuiuti criou uma dissonância cognitiva. Ela criou ruído. Ela trolou aquele momento", afirma. "Uma das estratégicas anti-midiáticas deve ser a de guerrilha", afirma. Na sua visão, a nova forma de atuação das esquerdas deve também buscar uma ocupação semiótica, como foi demonstrado pela Tuiuti.

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