Wyllys: “Mídia não se importa de estar ao lado de um gângster”

Deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) se disse constrangido de participar de um processo de impeachment contra uma presidente contra a qual não pesa nenhum crime de responsabilidade; "Esse processo de impeachment só não é tratado por um escândalo pela grande mídia, porque ela tem interesse na derrubada do governo. A grande mídia não se importa de estar ao lado de um gângster", disse Wyllys; para o deputado, é por convicção e amor à democracia que vai votar contrário ao impeachment. "Não é por Lula, não é por Dilma, mas é pela democracia"

Deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) se disse constrangido de participar de um processo de impeachment contra uma presidente contra a qual não pesa nenhum crime de responsabilidade; "Esse processo de impeachment só não é tratado por um escândalo pela grande mídia, porque ela tem interesse na derrubada do governo. A grande mídia não se importa de estar ao lado de um gângster", disse Wyllys; para o deputado, é por convicção e amor à democracia que vai votar contrário ao impeachment. "Não é por Lula, não é por Dilma, mas é pela democracia"
Deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) se disse constrangido de participar de um processo de impeachment contra uma presidente contra a qual não pesa nenhum crime de responsabilidade; "Esse processo de impeachment só não é tratado por um escândalo pela grande mídia, porque ela tem interesse na derrubada do governo. A grande mídia não se importa de estar ao lado de um gângster", disse Wyllys; para o deputado, é por convicção e amor à democracia que vai votar contrário ao impeachment. "Não é por Lula, não é por Dilma, mas é pela democracia" (Foto: Aquiles Lins)

Da Agência Câmara - Em discurso na tribuna da Câmara neste sábado, 16, deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) se disse constrangido de participar de um processo de impeachment contra uma presidente contra a qual não pesa nenhum crime de responsabilidade. "Esse processo de impeachment só não é tratado por um escândalo pela grande mídia, porque ela tem interesse na derrubada do governo. A grande mídia não se importa de estar ao lado de um gângster", criticou.

Para Wyllys, o processo de impeachment é o terceiro turno das eleições presidenciais. "É uma eleição indireta para a Presidência da República, forçada por partidos que nunca ganharão a presidência por voto direto. Trata-se de cassar 54 milhões de votos", disse.

Para o deputado, é por convicção e amor à democracia que vai votar contrário ao impeachment. "Não é por Lula, não é por Dilma, mas é pela democracia", afirmou Wyllys.

O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) afirmou que o sistema político partidário está podre. "Esse sistema de capitalismo de compadrio não pode prosseguir sob pena de enganar a população", criticou Alencar.

Ele lamentou que o PT tenha entrado no esquema de corrupção que sempre condenou, mas reafirmou que o impeachment da forma como está sendo apresentado é uma farsa. "É uma pedalada jurídico-legislativa", criticou.

Segundo ele, há um acordo para acabar com a Lava-Jato. "Colocou o carimbo de corrupto no PT, e o PT fez por merecer, mas deixou PMDB, PP, PSDB de fora. É um conluio de partidos e da mídia hegemônica", criticou.

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