750 mil vão às ruas da Catalunha pedir liberdade de políticos pró-independência presos

A marcha ocorre um dia depois da presidente do Parlamento local, Carme Forcadell, e outra dezena de políticos destituídos por Madri por meio de um mecanismo institucional, pagaram fiança e deixarem a cadeia. Segundo a polícia municipal, 750 mil pessoas participaram do protesto

A marcha ocorre um dia depois da presidente do Parlamento local, Carme Forcadell, e outra dezena de políticos destituídos por Madri por meio de um mecanismo institucional, pagaram fiança e deixarem a cadeia. Segundo a polícia municipal, 750 mil pessoas participaram do protesto
A marcha ocorre um dia depois da presidente do Parlamento local, Carme Forcadell, e outra dezena de políticos destituídos por Madri por meio de um mecanismo institucional, pagaram fiança e deixarem a cadeia. Segundo a polícia municipal, 750 mil pessoas participaram do protesto (Foto: Leonardo Attuch)
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Da Agência Sputinik

Centenas de milhares de catalães foram às ruas neste sábado (11) pedir a liberdade de líderes políticos locais que foram presos por sua campanha pela independência da região autônoma da Espanha.

A marcha ocorre um dia depois da presidente do Parlamento local, Carme Forcadell, e outra dezena de políticos destituídos por Madri por meio de um mecanismo institucional, pagaram fiança e deixarem a cadeia. Segundo a polícia municipal, 750 mil pessoas participaram do protesto. 

A crise na Catalunha causa preocupação em uma União Europeia já tensa com a saída do Reino Unido do bloco. Cerca de 2.400 já deixaram a região autônoma da Espanha.

Na quarta-feira, uma greve convocada por sindicatos favoráveis à independência criou caos ao bloquear 60 estradas e linhas de trem que ligam a Espanha à França.

O Parlamento da Catalunha declarou a independência da região em 27 de outubro após realizar um referendo. Madri, entretanto, não reconhece a legitimidade da medida e cassou uma série de políticos locais, inclusive o então presidente regional Carles Puigdemont, e convocou novas eleições para 21 de dezembro.

Puigdemont está em um exílio auto-imposto na Bélgica aguardando uma audiência sobre sua possível extradição à Espanha após um mandato de prisão ser emitido pela União Europeia.

"A situação é triste, os políticos não fizeram seu trabalho", disse Robert Muni à agência AFP.

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