Até Macri vai a Cuba

Ícone da direita liberal na América Latina, o presidente argentino Mauricio Macri deve visitar Cuba no início de abril, depois de passar por Washington para uma cúpula sobre energia nuclear; nos dias 23 e 24, o líder argentino receberá o presidente Barack Obama, que irá a Buenos Aires justamente após uma histórica ida a Cuba no início da próxima semana; segundo os jornais Clarín e La Nación, o objetivo da visita é se aproximar da abertura prevista para investimentos em Cuba e cobrar uma dívida de US$ 1,3 bilhão contraída nos anos 70

Ícone da direita liberal na América Latina, o presidente argentino Mauricio Macri deve visitar Cuba no início de abril, depois de passar por Washington para uma cúpula sobre energia nuclear; nos dias 23 e 24, o líder argentino receberá o presidente Barack Obama, que irá a Buenos Aires justamente após uma histórica ida a Cuba no início da próxima semana; segundo os jornais Clarín e La Nación, o objetivo da visita é se aproximar da abertura prevista para investimentos em Cuba e cobrar uma dívida de US$ 1,3 bilhão contraída nos anos 70
Ícone da direita liberal na América Latina, o presidente argentino Mauricio Macri deve visitar Cuba no início de abril, depois de passar por Washington para uma cúpula sobre energia nuclear; nos dias 23 e 24, o líder argentino receberá o presidente Barack Obama, que irá a Buenos Aires justamente após uma histórica ida a Cuba no início da próxima semana; segundo os jornais Clarín e La Nación, o objetivo da visita é se aproximar da abertura prevista para investimentos em Cuba e cobrar uma dívida de US$ 1,3 bilhão contraída nos anos 70 (Foto: Roberta Namour)

247 - Ícone da direita liberal na América Latina, o presidente argentino Mauricio Macri deve visitar Cuba no início de abril, depois de passar por Washington para uma cúpula sobre energia nuclear.

Nos dias 23 e 24, o líder argentino receberá o presidente Barack Obama, que irá a Buenos Aires justamente após uma histórica ida a Cuba no início da próxima semana.

Segundo os jornais Clarín e La Nación, o objetivo da visita é se aproximar da abertura prevista para investimentos em Cuba e cobrar uma dívida de US$ 1,3 bilhão contraída nos anos 70.

Leia aqui na reportagem de Rodrigo Cavalheiro. 

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