Chanceler pede que ONU rechace uso da força militar contra Venezuela

O chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, pediu nesta terça-feira (26) ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que seja emitida uma resolução final que condene e rechace o uso da força militar contra a Venezuela e se evite uma intervenção estrangeira

Chanceler pede que ONU rechace uso da força militar contra Venezuela
Chanceler pede que ONU rechace uso da força militar contra Venezuela

247, com AVN - O chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, pediu nesta terça-feira (26) ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que seja emitida uma resolução final que condene e rechace o uso da força militar contra a Venezuela e se evite uma intervenção estrangeira.

"Nós pediríamos, como diz a proposta russa, demandaríamos a este Conselho de Segurança, com respeito ao que fazemos, poder acordar e subscrever uma resolução. Que pedimos? Que deveria constar nela? Que se rechace a ameaça do uso da força e o uso da força propriamente dito contra a Venezuela", disse Arreaza durante sua participação na reunião desta instância multilateral solicitada pelos Estados Unidos para continuar promovendo sua agenda intervencionista contra o país.

"Que pedimos dessa declaração? Rechaçar a ameaça e o uso da força contra a Venezuela. Bastava isso. Mas, além disso, segundo a Carta das Nações Unidas, rechaçar o bloqueio e o roubo dos recursos e ativos da Venezuela que faz o povo venezuelano sofrer", afirmou.

Em pronunciamento televisivo pelo canal VTV, Arreaza denunciou que os Estados Unidos se colocaram na liderança para organizar, financiar e dirigir a agressão contra a Venezuela com o apoio de países subordinados e da oposição venezuelana.

Nesse sentido, destacou, na reunião que realizaram os países que se agrupam no denominado Grupo de Lima, muitos deles rechaçaram uma intervenção militar contra o território venezuelano.

Arreaza também fez um apelo ao secretário geral da ONU, Antonio Guterres e à alta comissária para os Direitos Humanos da ONU, Michel Bachelet, a se pronunciarem e tomarem medidas preventivas contra uma ação militar na Venezuela.

O chanceler venezuelano agradeceu a criação de um grupo de 60 delegações internacionais na ONU para defender os princípios de sua carta de fundação e defender os povos que sejam atacados e assediados como a Venezuela é hoje.

Ele destacou ainda que o Conselho de Segurança deve apresentar-se para evitar a guerra e pediu para que se substitua uma agenda unilateral por uma multilateral que respeite o direito internacional.

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