China defende na ONU paz e desarmamento

O novo vice-chefe da delegação chinesa na ONU em Genebra e em outras Organizações Internacionais na Suíça, Li Song, discursou nesta segunda-feira (21) na primeira reunião da ONU de 2019 sobre o desarmamento; na opinião do diplomata, a China persistirá no caminho do desenvolvimento pacífico e jamais buscará hegemonia, expansão ou influência

China defende na ONU paz e desarmamento
China defende na ONU paz e desarmamento

247, com Rádio China Internacional - O novo vice-chefe da delegação chinesa na ONU em Genebra e em outras Organizações Internacionais na Suíça, Li Song, discursou nesta segunda-feira (21) na primeira reunião da ONU de 2019 sobre o desarmamento. Li Song, também encarregado dos Assuntos de Desarmamento, disse na ocasião que a China persistirá no caminho do desenvolvimento pacífico e jamais buscará hegemonia, expansão ou influência. A história mostrou e continuará a justificar isso, frisou Li.

Segundo o representante chinês, a situação global e as relações entre as potências vêm sofrendo mudanças significativas desde a entrada no novo século. A sociedade está se convertendo numa comunidade de destino compartilhado. A ascensão dos países emergentes e dos países em desenvolvimento pede novos conceitos de governança global e o estabelecimento de uma ordem internacional mais justa e razoável.

O diplomata frisou que o mundo precisa no momento, do multilateralismo, concordando com o que disse o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres. Os países membros da ONU devem se unir para preservar a estabilidade estratégica do mundo, promover o controle militar e o desarmamento, e reforçar a não-proliferação de armamentos, enfatizou.

Para Li Song, a conferência sobre o desarmamento da ONU deve ser aberta a todos os países membros da organização, a fim de aumentar sua autoridade e a eficácia. A reunião deve abordar novos programas e temas, discutindo medidas preventivas em relação ao desenvolvimento das novas tecnologias.

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