China quer reduzir poluição do ar de Pequim em 40% até 2020

Objetivo é conseguir que, no final da década, a presença de partículas no ar que têm diâmetro inferior a 2,5 milésimos de milímetro (as mais nocivas) não supere como média diária os 64 microgramas por metros cúbicos, quando em 2013 superaram os 100 microgramas no corredor Pequim-Tianjin-Hebei; a OMS (Organização Mundial da Saúde) estipula o nível máximo de segurança como 25 microgramas por metros cúbicos

Objetivo é conseguir que, no final da década, a presença de partículas no ar que têm diâmetro inferior a 2,5 milésimos de milímetro (as mais nocivas) não supere como média diária os 64 microgramas por metros cúbicos, quando em 2013 superaram os 100 microgramas no corredor Pequim-Tianjin-Hebei; a OMS (Organização Mundial da Saúde) estipula o nível máximo de segurança como 25 microgramas por metros cúbicos
Objetivo é conseguir que, no final da década, a presença de partículas no ar que têm diâmetro inferior a 2,5 milésimos de milímetro (as mais nocivas) não supere como média diária os 64 microgramas por metros cúbicos, quando em 2013 superaram os 100 microgramas no corredor Pequim-Tianjin-Hebei; a OMS (Organização Mundial da Saúde) estipula o nível máximo de segurança como 25 microgramas por metros cúbicos (Foto: José Barbacena)
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Opera Mundi - O governo chinês anunciou nesta quinta-feira (31/12) que estipulou uma meta para reduzir em 40% a concentração das partículas mais poluentes no ar de Pequim até 2020, em relação às taxas de 2013. O anúncio foi feito por meio do jornal oficial Global Times e elencou ainda outras metas ambientais para a capital chinesa e arredores.

O objetivo é conseguir que, no final da década, a presença de partículas no ar que têm diâmetro inferior a 2,5 milésimos de milímetro (as mais nocivas) não supere como média diária os 64 microgramas por metros cúbicos, quando em 2013 superaram os 100 microgramas no corredor Pequim-Tianjin-Hebei. A OMS (Organização Mundial da Saúde) estipula o nível máximo de segurança como 25 microgramas por metros cúbicos.

Segundo o jornal, a meta faz parte do plano de desenvolvimento conjunto da capital chinesa com Tianjin, o principal porto do norte do país, e a província de Hebei, uma área onde se concentram as cidades mais poluídas da China.

No último dia 8 de dezembro, Pequim emitiu alerta vermelho pelo alto índice de poluição do ar. Foi a primeira vez na história da cidade que o alerta máximo foi utilizado. Com a medida, escolas não abriram, grandes obras foram suspensas, fábricas interromperam ou diminuíram as atividades e a metade dos veículos particulares não pôde circular. No dia, foram registrados picos de até 315 microgramas por metros cúbicos das partículas mais nocivas.

Segundo Zhang Xuankun, especialista em ciências ambientais da Academia Chinesa de Ciências ouvido pelo Global Times, as metas ambientais divulgadas nesta quinta-feira são “ambiciosas” e demandam uma “decisão complicada” por parte das autoridades locais.

“Com o número crescente de automóveis e da população, apenas manter os níveis atuais de poluição já será bastante complicado”, afirmou Xuankun. De acordo com ele, a limitação do tráfego de veículos será uma das principais ferramentas para atingir a meta.

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