China rechaça acusações dos EUA sobre direitos humanos

"A China se opõe firmemente a um relatório sobre direitos humanos dos EUA que faz acusações infundadas contra a China", afirmou nesta quinta-feira (15) Lu Kang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, pedindo que os EUA parem de interferir nos assuntos internos da China

China rechaça acusações dos EUA sobre direitos humanos
China rechaça acusações dos EUA sobre direitos humanos

247, com Diário do Povo on line - "A China se opõe firmemente a um relatório sobre direitos humanos dos EUA que faz acusações infundadas contra a China", afirmou nesta quinta-feira (15) Lu Kang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, pedindo que os EUA parem de interferir nos assuntos internos da China.

Lu fez as declarações ao comentar os Relatórios sobre Práticas de Direitos Humanos de 2018, divulgados pelo Departamento de Estado dos EUA, que criticaram novamente a situação dos direitos humanos na China.

Tal como em anos anteriores, o conteúdo relacionado com a China no relatório deste ano "está repleto de preconceitos ideológicos, desconsidera os fatos, confunde o certo com o errado e faz acusações infundadas contra a China", afirmou Lu.

"A China se opõe firmemente, e apresentou declarações solenes à parte norte-americana", disse Lu, em uma coletiva de imprensa.

"O governo chinês atribui grande importância à proteção e promoção dos direitos humanos", disse Lu. "Desde a fundação da República Popular da China, em particular nas últimas quatro décadas de reforma e abertura, um tremendo progresso foi alcançado no domínio dos direitos humanos".

"As nossas conquistas são óbvias para todos", disse Lu, acrescentando que a China continuará avançando no caminho do socialismo com características chinesas.

Lu apelou a que os EUA abandonem a mentalidade da Guerra Fria e o preconceito ideológico, que abordem a situação dos direitos humanos na China de modo objetivo e justo, e que parem de usar esse pretexto para interferir nos assuntos internos da China.

Lu afirmou que os EUA devem refletir sobre a sua própria situação de direitos humanos e resolver primeiro seus próprios problemas.

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